Poster do agregador

05.mai.2021

“Agora, somos o quarto ou quinto que mais vacina no mundo.”

A declaração é IMPRECISA, porque o Brasil só figura nas primeiras posições do ranking de vacinação contra Covid-19 quando se considera o número absoluto de pessoas que receberam ao menos uma dose de um dos imunizantes. De acordo com a base de dados do Our World in Data, o país vacinou 31,3 milhões de pessoas até o dia 5 de maio, o que o colocava no quarto lugar em números absolutos. No entanto, ao levarmos em consideração a porcentagem de vacinados, o país cai para a 75ª posição, com 14,71% da população imunizada.

FONTE ORIGEM

REPETIDA 55 VEZES. Em 2021: 26.jan, 02.fev, 06.fev, 23.fev, 27.fev, 01.mar, 04.mar, 06.mar, 08.mar, 10.mar, 13.mar, 18.mar, 19.mar, 22.mar, 23.mar, 24.mar, 01.abr, 03.abr, 08.abr, 05.mai, 06.mai, 13.mai, 20.mai, 21.mai, 27.mai, 02.jun, 04.jun, 08.jun, 10.jun, 13.jun, 22.jun, 15.jul, 18.jul, 19.jul, 20.jul, 24.jul, 26.jul, 29.jul, 01.ago, 09.ago, 16.ago, 23.ago, 23.set, 31.out. Em 2022: 02.fev, 23.fev.

Tema: Coronavírus. Origem: Entrevista

Em 1.367 dias como presidente, Bolsonaro deu 6.381 declarações falsas ou distorcidas

Esta base agrega todas as declarações de Bolsonaro feitas a partir do dia de sua posse como presidente. As checagens são feitas pela equipe do Aos Fatos semanalmente.

Atualizado em 29 de Setembro, 2022


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26.set.2022

“Tentamos resolver esse assunto em 2019 e 2020 com um projeto chamado regularização fundiária. Em havendo qualquer foco de calor, desmatamento, você ia saber o CPF daquela pessoa que tava lá. ”

Bolsonaro se refere ao projeto de lei 2.633/2020, apresentado pelo deputado Zé Silva (SD-MG), que trata da regularização fundiária. Ele afirma que essa medida permitiria determinar a origem de focos de incêndio e responsabilizar os culpados, o que não é amparado por documentos oficiais. O texto, na verdade, amplia o tamanho das propriedades que podem ser regularizadas sem vistoria prévia e prevê que essas terras passem a ser vistoriadas caso a propriedade seja alvo de termo de embargo ou de infração ambiental, lavrado pelo órgão ambiental federal. Apesar de o projeto definir parâmetros de respeito ao meio ambiente para a regularização de terras, não é possível afirmar que a legislação ajudaria a identificar autores de crimes ambientais. O projeto foi aprovado na Câmara com alterações, em 3 de agosto de 2021, e segue em tramitação no Senado.

FONTE ORIGEM

REPETIDA 26 VEZES. Em 2020: 03.set, 22.set, 19.nov, 10.dez, 17.dez, 24.dez. Em 2021: 15.jan, 21.jan, 08.fev, 22.abr, 23.abr, 01.nov, 19.nov. Em 2022: 31.jan, 23.fev, 11.abr, 12.abr, 16.abr, 07.jun, 13.jun, 22.jun, 22.ago, 30.ago, 26.set.

Tema: Congresso, Meio ambiente. Origem: Entrevista

26.set.2022

“E muitas vezes o incêndio é na área que é permitido, o fogo, né? Todo ano. E quem pratica isso aí? Em parte é o ribeirinho, é o caboclo, é o indígena. ”

Como forma de justificar as queimadas na Amazônia, Bolsonaro atribui recorrentemente a origem dos focos de incêndio a indígenas e pequenos produtores rurais, que usariam o fogo como método de limpeza de pasto para a agropecuária. Ainda que essa técnica seja, de fato, tradicionalmente utilizada na região, é FALSO que a maior parte dos incêndios seja causada por pequenos produtores. Em nota publicada em agosto de 2020, a ONG Ipam segmentou os dados de incêndio no bioma para apontar os principais responsáveis. De acordo com levantamento realizado a partir de dados do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) e da Nasa (agência espacial americana), 50% dos focos de incêndio identificados no primeiro semestre de 2020 ocorreram em propriedades rurais médias e grandes (com mais de quatro módulos fiscais). Enquanto isso, pequenas propriedades, assentamentos rurais e terras indígenas foram responsáveis, respectivamente, por 10%, 11% e 12% dos focos. Dados analisados pela ONG entre 2016 e 2019 também mostram que o manejo agropecuário é a causa mais comum dos focos de incêndio na Amazônia, sendo responsável, em média, por 42% das queimadas registradas.

FONTE ORIGEM

REPETIDA 7 VEZES. Em 2021: 01.nov, 19.nov, 09.dez. Em 2022: 24.mai, 05.jun, 13.ago, 26.set.

Tema: Meio ambiente. Origem: Entrevista

25.set.2022

“Você não vai votar num projeto de governo [do PT] que tem liberação das drogas.”

Não há, na última versão disponível do programa de governo de Lula, qualquer menção à liberação de drogas. Na verdade, o documento registrado no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) diz que "o país precisa de uma nova política sobre drogas, intersetorial e focada na redução de riscos, na prevenção, tratamento e assistência ao usuário. O atual modelo bélico de combate ao tráfico será substituído por estratégias de enfrentamento e desarticulação das organizações criminosas, baseadas em conhecimento e informação, com o fortalecimento da investigação e da inteligência". Aos Fatos também não encontrou declaração pública em que o ex-presidente sugere a liberação de entorpecentes. Há registros na imprensa de que o petista estuda alterar a lei de drogas (lei nº 11.343/2006), não para legalização de drogas, mas para estabelecer critérios mais claros para determinar o que seria tráfico e, assim, reduzir o número de encarceramentos. Por fim, a assessoria de Lula, em nota enviada ao Aos Fatos, classificou a declaração como mentira.

FONTE ORIGEM

REPETIDA 7 VEZES. Em 2022: 14.set, 24.set, 25.set, 27.set, 28.set, 29.set.

Tema: Justiça. Origem: Live

24.set.2022

“(...) não é verdadeira essa acusação de cortar dinheiro pra merenda, que o orçamento não foi votado ainda.”

De fato, o PLOA (Projeto de Lei Orçamentária Anual) 2023 foi enviado pelo governo federal ao Congresso Nacional e está na Comissão Mista de Orçamento, e ainda pode ser alterado pelos parlamentares. No entanto, o presidente vetou o reajuste da merenda escolar ao apresentar a LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias) que previa a correção pela inflação. Pelo quinto ano consecutivo, a União prevê apenas R$ 0,36 por dia para cada estudante do ensino fundamental e médio; R$ 0,53 por dia para os alunos da pré-escola; e R$ 1,07 para os alunos em creches ou no ensino integral.

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Tema: Congresso, Educação. Origem: Debate

24.set.2022

“A senhora votou pra derrubar o meu veto ao orçamento secreto.”

Na realidade, a senadora Simone Tebet (MDB-MS) votou a favor da manutenção do veto presidencial ao chamado orçamento secreto, nome dado às emendas RP-9, na lei orçamentária de 2020. Posteriormente, em março de 2020, o governo federal encaminhou três projetos de lei com a manutenção de cerca de metade dos R$ 30 bilhões previstos nos dispositivos do orçamento secreto anteriormente vetados. Esses projetos foram aprovados e, nos anos seguintes, o Planalto manteve as emendas de relator no orçamento.

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Tema: Congresso. Origem: Debate

24.set.2022

“Eu defendo as mulheres não da boca pra fora. Eu defendo de fato.”

Além dos ataques de Bolsonaro, que já lhe renderam condenações, a verba para ações de combate à violência contra mulheres caiu na sua gestão. Em 2019, foram pagos R$ 55 milhões (em valores corrigidos pelo IPCA) em políticas de igualdade e enfrentamento à violência contra as mulheres. Essa quantia caiu para R$ 6,4 milhões em 2020, R$ 2,1 milhões em 2021 e, até 18 de setembro deste ano, foram gastos R$ 3,4 milhões.O presidente também mantém um histórico de agressões contra mulheres e já foi condenado, por exemplo, por ofensas sexistas à repórter da Folha de S.Paulo Patrícia Campos Mello e à deputada federal Maria do Rosário (PT-RS).

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Tema: Outros. Origem: Debate

24.set.2022

“Esse orçamento é totalmente administrado pelo relator. Ora do Senado, ora da Câmara. Eu não tenho a relação dos parlamentares que usam desse recurso.”

É verdade que o orçamento secreto está relacionado com as emendas de relator do Orçamento federal, cuja soma é aprovada pelo Legislativo, mas Bolsonaro desinforma ao afirmar que o Executivo não tem relação com a prática. Em 2020, o governo enviou três projetos de lei que mantiveram cerca de metade dos R$ 30 bilhões sob controle do relator do Orçamento. Nos anos seguintes, a gestão Bolsonaro manteve as verbas destinadas às emendas de relator nas leis orçamentárias. Em abril de 2022, após decisão da ministra do STF (Supremo Tribunal Federal) Rosa Weber, o Senado enviou uma lista com os nomes dos parlamentares que receberam as emendas, que mostram que o ex-ministro da Secretaria de Governo Luiz Eduardo Ramos aprovou 26 ofícios com pedidos de recursos da pasta.

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Tema: Congresso, Economia. Origem: Debate

24.set.2022

“O orçamento, repito, não sou eu… não sou eu quem faço.”

Bolsonaro omite que, por mais que a LOA (Lei Orçamentária Anual) passe por várias alterações na tramitação no Congresso Nacional, o texto inicial é elaborado pelo governo federal. Todos os projetos de lei orçamentária são de autoria do presidente da República e, no Congresso Nacional, são debatidos e votados em comissões. Depois, seguem para aprovação em sessão plenária conjunta de deputados e senadores e, no final, vão para a sanção presidencial. O PLOA (Projeto de Lei Orçamentária Anual) do ano que vem já foi enviado pelo governo Bolsonaro à Câmara dos Deputados.

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Tema: Economia. Origem: Debate

24.set.2022

“Primeiramente, as duas senadoras aqui presentes votaram pra derrubar o veto do dito orçamento secreto.”

Bolsonaro engana ao dizer que Soraya Thronicke (União Brasil) e Simone Tebet (MDB) votaram para derrubar o veto do orçamento secreto. O presidente vetou as emendas de relator, chamadas de RP-9, na lei orçamentária de 2020, e as duas senadoras votaram a favor da manutenção do veto. Entretanto, em março de 2020, o Planalto encaminhou três projetos de lei com a manutenção de cerca de metade dos R$ 30 bilhões previstos nos dispositivos do orçamento secreto anteriormente vetados. Esses projetos foram aprovados e, nos anos seguintes, o Planalto manteve as emendas de relator no orçamento.

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Tema: Congresso. Origem: Debate

24.set.2022

“A senadora Soraya, em matéria aqui de quase toda imprensa, ela fez uso de 114 milhões do dito orçamento secreto.”

Bolsonaro distorce informação veiculada pelo Estadão em agosto deste ano de que as senadoras Soraya Thronicke (União Brasil-MS) e Mara Gabrilli (PSDB-SP), atual vice de Simone Tebet (MDB), indicaram R$ 114,4 milhões em emendas do orçamento secreto. A cifra corresponde à soma das indicações feitas pelas duas parlamentares. A candidata do União Brasil recebeu R$ 95,2 milhões nos últimos três anos e a tucana, R$ 19,2 milhões.

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Tema: Congresso. Origem: Debate

24.set.2022

“Criei o Auxílio Brasil. Botei um ponto final no Bolsa Família que valia em média 190 e botei o auxílio Brasil em R$ 600. Três vezes mais.”

O Bolsa Família pagava em média R$ 186,49 aos beneficiários, próximo aos R$ 190 citados por Bolsonaro, mas a lei do Auxílio Brasil não prevê o valor de R$ 600, e sim de R$ 400. O adicional de R$ 200 às parcelas do Auxílio Brasil será pago até o final do ano de 2022 e não está previsto na lei orçamentária de 2023. Ele está presente na Emenda Constitucional 123, que reconheceu estado de emergência em razão da crise dos combustíveis e instituiu uma série de auxílios sociais.

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Tema: Direitos e Assistência Social. Origem: Debate

24.set.2022

“Nós tiramos, D'Ávila, a corrupção das manchetes. Três anos e oito meses você não vê escândalo de corrupção no meu governo.”

A declaração do presidente é FALSA, porque integrantes e ex-integrantes do atual governo são alvos de investigações e denúncias de casos de corrupção e outras suspeitas de delitos ligados à administração pública. Em junho de 2022, por exemplo, a PF (Polícia Federal) prendeu preventivamente o ex-ministro da Educação Milton Ribeiro por suposto envolvimento em um esquema de liberação de verbas na pasta. Ele é investigado por prevaricação, advocacia administrativa e tráfico de influência, e foi liberado por meio de um habeas corpus. Além dele, também são investigados por suspeitas de corrupção o ministro-chefe da Casa Civil, Ciro Nogueira (PP); o ex-ministro do Meio Ambiente Ricardo Salles (PL); o deputado federal Marcelo Álvaro Antônio (PL), que comandou o Turismo; e Fabio Wajngarten, que chefiou a Secom (Secretaria Especial de Comunicação Social). Relatório da Americas Society/Council of the Americas publicado em junho deste ano afirma que as tentativas do presidente de controlar órgãos de investigação e os cortes orçamentários de agências independentes seriam sinais de recuo no combate à corrupção no Brasil.

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REPETIDA 236 VEZES. Em 2019: 15.dez, 23.dez, 24.dez, 26.dez. Em 2020: 10.jan, 06.fev, 20.fev, 03.mar, 09.mar, 16.mar, 20.mar, 22.abr, 28.abr, 05.mai, 22.mai, 28.mai, 26.jul, 30.jul, 02.ago, 13.ago, 07.out, 08.out, 11.out, 15.out, 22.out, 29.out, 09.nov, 25.nov, 29.nov, 08.dez, 10.dez, 15.dez, 19.dez, 24.dez, 31.dez. Em 2021: 07.jan, 11.jan, 12.jan, 15.jan, 18.jan, 08.fev, 11.fev, 20.fev, 04.mar, 07.abr, 27.abr, 05.mai, 08.mai, 11.mai, 13.mai, 10.jun, 15.jun, 18.jun, 21.jun, 24.jun, 25.jun, 07.jul, 12.jul, 13.jul, 18.jul, 19.jul, 21.jul, 22.jul, 26.jul, 27.jul, 29.jul, 31.jul, 02.ago, 04.ago, 05.ago, 06.ago, 17.ago, 19.ago, 23.ago, 24.ago, 25.ago, 28.ago, 30.ago, 31.ago, 09.set, 10.set, 15.set, 17.set, 21.set, 23.set, 24.set, 30.set, 09.out, 13.out, 14.out, 18.out, 20.out, 21.out, 24.out, 25.out, 27.out, 07.nov, 09.nov, 10.nov, 19.nov, 22.nov, 23.nov, 25.nov, 26.nov, 02.dez, 07.dez, 09.dez, 10.dez, 15.dez, 19.dez, 27.dez, 30.dez, 31.dez. Em 2022: 06.jan, 12.jan, 20.jan, 31.jan, 02.fev, 07.fev, 09.fev, 10.fev, 11.fev, 12.fev, 16.fev, 18.fev, 21.fev, 23.fev, 24.fev, 25.fev, 28.fev, 04.mar, 07.mar, 16.mar, 21.mar, 22.mar, 23.mar, 27.mar, 04.abr, 08.abr, 11.abr, 12.abr, 15.abr, 05.mai, 12.mai, 30.mai, 02.jun, 08.jun, 15.jun, 18.jun, 24.jun, 09.jul, 23.jul, 24.jul, 27.jul, 30.jul, 22.ago, 24.ago, 03.set, 06.set, 07.set, 11.set, 13.set, 14.set, 16.set, 17.set, 20.set, 24.set, 29.set.

Tema: Corrupção. Origem: Debate

24.set.2022

“Nós não aceitamos as indicações político-partidária para ministérios.”

Desde o início de seu mandato, Bolsonaro negociou ministérios por indicações políticas. Os acordos com a bancada ruralista fizeram, por exemplo, com que Tereza Cristina (PP-MS), então presidente da Frente Parlamentar para a Agricultura e hoje candidata ao Senado, fosse nomeada para a pasta da Agricultura, e Ricardo Salles, na época no partido Novo — hoje candidato a deputado federal em São Paulo pelo PL — para o Ministério do Meio Ambiente. A bancada evangélica emplacou a Damares Alves (Republicanos-DF), hoje candidata ao Senado, no Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos. Em meados de 2020, para se aproximar dos partidos do chamado “Centrão” no Congresso, Bolsonaro nomeou Fábio Faria, então no PSD, para o Ministério das Comunicações e, em 2021, escolheu Ciro Nogueira (PP-PI) para a Casa Civil e João Roma (PL-BA) para a Cidadania.

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REPETIDA 35 VEZES. Em 2020: 29.jan, 24.abr, 26.ago, 03.set, 15.out, 09.nov, 11.nov, 29.nov, 19.dez. Em 2021: 27.abr, 02.set, 03.set, 10.set, 27.set, 13.out, 14.out, 10.nov, 09.dez, 19.dez. Em 2022: 08.jan, 11.abr, 29.abr, 19.mai, 29.jun, 30.jun, 20.jul, 27.jul, 09.ago, 22.ago, 24.ago, 14.set, 18.set, 23.set, 24.set, 29.set.

Tema: Equipe de governo. Origem: Debate

24.set.2022

“Nós concluímos a transposição do Rio São Francisco que era pra ter acabado em 2012.”

Bolsonaro oculta que, quando assumiu a Presidência, 96% das obras da transposição do rio São Francisco já estavam concluídas. Em março de 2017, o Ministério da Integração Nacional afirmou que o Eixo Leste já estava pronto e só faltavam ser entregues obras do Eixo Norte. Além do projeto previsto desde 2013, o governo anunciou que pretende retomar a proposta original da transposição, que totaliza 669 quilômetros de obras e 3.000 quilômetros de canais e adutoras auxiliares. As novas estruturas, no entanto, ainda não foram concluídas. É fato, no entanto, que houve uma série de alterações nos prazos de entrega das obras da transposição, licitadas em 2007 e prometidas inicialmente para 2012.

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REPETIDA 5 VEZES. Em 2022: 18.set, 20.set, 21.set, 24.set.

Tema: Infraestrutura. Origem: Debate

24.set.2022

“Eu diminuí em mais de 40% as mortes violentas no nosso Brasil.”

Bolsonaro infla a queda nas mortes violentas intencionais no país, que foi de 18,9%, não de “mais de 40%”, como cita o candidato à reeleição. Segundo dados do Anuário Brasileiro de Segurança Pública, elaborado pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública, a taxa de mortes violentas intencionais (homicídio doloso, latrocínio, lesão corporal seguida de morte e mortes em decorrência de intervenções policiais) em 2018, ano anterior ao início do governo Bolsonaro, foi de 27,5 por 100 mil habitantes. Em 2021, a taxa passou para 22,3 mortes violentas a cada 100 mil. Segundo os pesquisadores, a queda foi resultado de diversas ações, como a adoção de políticas de prevenção à violência e o arrefecimento de conflitos entre facções.

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Tema: Segurança. Origem: Debate

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