Tânia Rego/ABr

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Investigamos o impacto dos Jogos Olímpicos nas últimas cidades-sede

4 de agosto de 2016, 03h03

Sejam as Olimpíadas sediadas em países desenvolvidos ou emergentes, fato é que os Jogos geram algum impacto social e econômico por onde passam.

Segundo o COI (Comitê Olímpico Internacional), os chamados legados olímpicos podem ser benefícios tangíveis, como construção de novas arenas esportivas, melhorias nos sistemas de transporte e regeneração do ambiente urbano. Os benefícios intangíveis incluem coisas tão imensuráveis quanto “orgulho nacional” e “redescoberta da cultura nacional”.

Para impulsionar suas candidaturas, comitês olímpicos nacionais realizam estudos sobre como tornar viáveis esses benefícios. Ou seja, estudos oficiais, que pretendem dimensionar o impacto da competição nas cidades-sede, são comumente feitos antes dos Jogos. Depois, no entanto, é rara a produção oficial para dimensionar seus efeitos.

Para investigar a real dimensão dos Jogos Olímpicos para as cidades que já sediaram o evento, Aos Fatos se debruçou sobre estudos que tentam mensurar o impacto do evento. Juntos, eles ajudam a responder algumas das perguntas mais frequentes a respeito dos benefícios e prejuízos gerados por investimentos de grandes dimensões sob pretexto da realização das Olimpíadas:

Barcelona foi realmente um sucesso? Atenas foi de fato um fracasso? O melhor do evento vem antes ou depois de sua realização? Aos Fatos mostra que nada é oito ou oitenta.

Veja, abaixo, tudo o que checamos.

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