Poster do agregador

20.jul.2022

“Ele falou agora há pouco o Lula: vamos repartir a Amazônia com o mundo.”

Bolsonaro distorce uma declaração dada pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à imprensa alemã em agosto de 2021. Nela, o petista disse que "A Amazônia, embora seja um território soberano brasileiro, a riqueza da biodiversidade pode ser repartida com o planeta Terra. Como eu fiz quando eu era presidente, com o acordo com a Alemanha e a Noruega criando o Fundo Amazônia. É possível: não é destruindo árvores, é plantando árvores. O mundo precisa da biodiversidade. O Brasil pode construir parceria com o mundo inteiro para ajudar a cuidar da Amazônia, e não destruir a Amazônia". Ou seja, Lula não estava se referindo a vender partes da Amazônia ou entregar territórios para países estrangeiros, mas a criar mecanismos para que países auxiliem no cuidado da floresta.

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REPETIDA 3 VEZES. Em 2022: 11.jul, 13.jul, 20.jul.

Tema: Meio ambiente. Origem: Outros

Em 1.407 dias como presidente, Bolsonaro deu 6.673 declarações falsas ou distorcidas

Esta base agrega todas as declarações de Bolsonaro feitas a partir do dia de sua posse como presidente. As checagens são feitas pela equipe do Aos Fatos semanalmente.

Atualizado em 08 de Novembro, 2022


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26.out.2022

“Petrobras, US$ 170 bilhões [desviados em gestões petistas].”

Não há qualquer indício de que tenham sido desviados US$ 170 bilhões da Petrobras durante governos petistas. Em 2021, um levantamento da petroleira sobre os acordos firmados no âmbito da operação Lava-Jato somou R$ 6 bilhões em valores devolvidos, o que seria US$ 1,129 bilhão convertido para o real, muito abaixo do montante referido pelo presidente. Bolsonaro frequentemente associa esse valor — que geralmente converte para R$ 900 bilhões — ao endividamento total da empresa entre 2003 e 2015, o que também é falso. Em 2003, os resultados divulgados pela petrolífera à Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo), atual B3, indicavam endividamento total de R$ 63,791 bilhões. Corrigido pelo IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), o montante foi de R$ 176 bilhões. Já em 2015, último ano completo do PT no poder, a dívida era de R$ 492,8 bilhões — com a atualização da inflação, R$ 705,5 bilhões. A diferença, portanto, é de R$ 407,2 bilhões em valores nominais e de R$ 505,4 bilhões se corrigido pela inflação, montante muito menor que o citado por Bolsonaro.

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REPETIDA 76 VEZES. Em 2022: 31.jan, 01.fev, 02.fev, 03.fev, 04.fev, 08.fev, 09.fev, 16.fev, 18.fev, 21.fev, 23.fev, 24.fev, 25.fev, 07.mar, 10.mar, 16.mar, 21.mar, 24.mar, 31.mar, 04.abr, 06.abr, 11.abr, 12.abr, 14.abr, 16.abr, 25.abr, 29.abr, 15.mai, 16.mai, 17.mai, 19.mai, 25.mai, 30.mai, 02.jun, 09.jun, 17.jun, 19.jun, 27.jun, 01.jul, 05.jul, 07.jul, 24.jul, 25.jul, 27.jul, 30.jul, 01.ago, 08.ago, 09.ago, 13.ago, 25.ago, 28.ago, 03.set, 06.set, 26.set, 29.set, 04.out, 06.out, 14.out, 15.out, 16.out, 20.out, 23.out, 26.out, 27.out, 28.out.

Tema: Economia. Origem: Entrevista

26.out.2022

“Estamos diminuindo impostos e arrecadando mais. ”

É fato que o governo federal tem arrecadado mais tributos em valores absolutos, apesar das desonerações recentes em produtos como combustíveis. No entanto, a carga tributária do país — relação entre tributos recolhidos e PIB (Produto Interno Bruto) — correspondente a 2021 (22,48% do PIB), dado mais recente, é semelhante ao índice de 2013 (22,49% do PIB), na gestão de Dilma Rousseff (PT). De acordo com o Tesouro Nacional, a receita líquida do governo (valor arrecadado menos as transferências para estados e municípios) entre janeiro e agosto deste ano foi de R$ 1,2 trilhão, contra R$ 989,7 bilhões no mesmo período do ano anterior. No entanto, não é possível estimar o impacto das desonerações na carga tributária. Em 2021, as reduções de impostos aprovadas até então não foram eficazes na redução da carga tributária, que foi a maior registrada desde 2013.

FONTE ORIGEM

REPETIDA 5 VEZES. Em 2022: 06.out, 21.out, 26.out, 28.out.

Tema: Economia. Origem: Discurso

26.out.2022

“Contra a liberação das drogas, que o PT quer aprovar.”

Não há, na última versão disponível do programa de governo de Lula, qualquer menção à liberação de drogas. Na verdade, o documento diz que "o país precisa de uma nova política sobre drogas, intersetorial e focada na redução de riscos, na prevenção, tratamento e assistência ao usuário. O atual modelo bélico de combate ao tráfico será substituído por estratégias de enfrentamento e desarticulação das organizações criminosas, baseadas em conhecimento e informação, com o fortalecimento da investigação e da inteligência". Aos Fatos também não encontrou nenhuma declaração pública do ex-presidente que sugira a liberação de drogas como uma promessa de governo. Há registros na imprensa de que o petista estuda alterar a lei de drogas (lei nº 11.343/2006), não para legalizar os entorpecentes, mas para estabelecer critérios mais claros para determinar o que seria tráfico e, assim, reduzir o número de encarceramentos. Por fim, a assessoria de Lula, em nota enviada ao Aos Fatos, classificou a declaração como mentirosa.

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REPETIDA 22 VEZES. Em 2022: 14.set, 24.set, 25.set, 27.set, 28.set, 29.set, 13.out, 14.out, 15.out, 16.out, 21.out, 23.out, 25.out, 26.out, 27.out.

Tema: Ideologia. Origem: Discurso

25.out.2022

“Eu vi uma grande rede de televisão dizer, inclusive seu médico, Drauzio Varella, que era uma gripezinha. ”

Bolsonaro se refere à Globo e o médico Drauzio Varella não disse, em seu quadro no Fantástico, que o novo coronavírus era uma “gripezinha” — por isso, a declaração é falsa. Em vídeo publicado em seu canal no YouTube em 30 de janeiro de 2020 — antes que fosse decretada a pandemia, portanto — o médico afirmou que o novo coronavírus causaria à maioria da população “um resfriadinho de nada”. Varella corrigiu a sua alegação posteriormente, alertando para a necessidade de distanciamento inicial, para adoção de medidas de higiene e para a importância da vacinação. O vídeo de janeiro de 2020, inclusive, foi apagado do seu site. Em março do mesmo mês, Varella afirmou, em entrevista à GloboNews, que o coronavírus “provoca um resfriado” na maior parte da população infectada e que uma minoria desenvolve quadros pneumônicos graves. “Esses são os que têm que ir pro hospital. Não justifica essa loucura que tá acontecendo no mundo”, afirmou. O médico argumentava que não era necessário correr para as emergências nos primeiros sintomas, pois a possibilidade de desenvolver outras infecções respiratórias era maior — o que estava de acordo com as primeiras orientações dos serviços de saúde no Brasil e no mundo, posteriormente revisadas.

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REPETIDA 8 VEZES. Em 2020: 24.mar, 26.mar, 24.ago. Em 2021: 07.jan, 15.jan, 30.set. Em 2022: 16.out, 25.out.

Tema: Coronavírus, Imprensa. Origem: Entrevista

25.out.2022

“Alguns me acusam de ter comprado vacina em 2020. Não tínhamos vacina em 2020.”

A declaração é falsa. Dados do portal Our World in Data mostram que, até 31 de dezembro de 2020, cerca de 30 países haviam não só negociado vacinas contra Covid-19 como também já iniciado suas campanhas de imunização contra o novo coronavírus. À época, os Estados Unidos já haviam aplicado ao menos a primeira dose em 2,8 milhões de habitantes, e Israel chegava a 1 milhão de pessoas vacinadas.

FONTE ORIGEM

REPETIDA 7 VEZES. Em 2021: 25.out, 08.nov. Em 2022: 02.fev, 21.mar, 22.jul, 05.out, 25.out.

Tema: Coronavírus. Origem: Entrevista

25.out.2022

“Como não fechei as academias militares [durante a pandemia].”

Ao comentar sobre a interrupção das aulas durante a pandemia de Covid-19, Bolsonaro cita academias militares como exemplos de instituições que não interromperam suas atividades. Isso, no entanto, é falso, porque as três academias informadas suspenderam suas aulas em 2020 devido a surtos da doença entre alunos ou por decisão judicial. No dia 8 de maio de 2020, a Academia Militar das Agulhas Negras suspendeu as aulas por um mês após a confirmação de 25 casos de Covid-19 entre cadetes e militares. Caso semelhante também ocorreu na Escola Preparatória de Cadetes do Ar (chamada de Academia da Força Aérea), que instituiu férias de um mês após o registro de nove casos de infecção entre alunos. Já a Escola de Aprendizes-Marinheiros (chamada de Escola Naval) foi fechada por decisão judicial no dia 25 de maio do mesmo ano, após mandado de segurança impetrado por grupos sindicais.

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REPETIDA 24 VEZES. Em 2020: 20.ago, 04.set. Em 2021: 01.jul, 26.jul, 07.out. Em 2022: 16.abr, 28.abr, 03.mai, 05.mai, 11.mai, 13.mai, 15.mai, 27.mai, 30.mai, 13.jun, 19.jun, 20.jun, 05.jul, 20.jul, 02.ago, 13.ago, 13.set, 25.out.

Tema: Coronavírus, Forças Armadas. Origem: Entrevista

25.out.2022

“O outro lado quer liberar drogas.”

Não há, na última versão disponível do programa de governo de Lula, qualquer menção à liberação de drogas. Na verdade, o documento diz que "o país precisa de uma nova política sobre drogas, intersetorial e focada na redução de riscos, na prevenção, tratamento e assistência ao usuário. O atual modelo bélico de combate ao tráfico será substituído por estratégias de enfrentamento e desarticulação das organizações criminosas, baseadas em conhecimento e informação, com o fortalecimento da investigação e da inteligência". Aos Fatos também não encontrou nenhuma declaração pública do ex-presidente que sugira a liberação de drogas como uma promessa de governo. Há registros na imprensa de que o petista estuda alterar a lei de drogas (lei nº 11.343/2006), não para legalizar os entorpecentes, mas para estabelecer critérios mais claros para determinar o que seria tráfico e, assim, reduzir o número de encarceramentos. Por fim, a assessoria de Lula, em nota enviada ao Aos Fatos, classificou a declaração como mentirosa.

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REPETIDA 22 VEZES. Em 2022: 14.set, 24.set, 25.set, 27.set, 28.set, 29.set, 13.out, 14.out, 15.out, 16.out, 21.out, 23.out, 25.out, 26.out, 27.out.

Tema: Ideologia. Origem: Outros

25.out.2022

“Eles querem liberar drogas, nós não queremos.”

Não há, na última versão disponível do programa de governo de Lula, qualquer menção à liberação de drogas. Na verdade, o documento diz que "o país precisa de uma nova política sobre drogas, intersetorial e focada na redução de riscos, na prevenção, tratamento e assistência ao usuário. O atual modelo bélico de combate ao tráfico será substituído por estratégias de enfrentamento e desarticulação das organizações criminosas, baseadas em conhecimento e informação, com o fortalecimento da investigação e da inteligência". Aos Fatos também não encontrou nenhuma declaração pública do ex-presidente que sugira a liberação de drogas como uma promessa de governo. Há registros na imprensa de que o petista estuda alterar a lei de drogas (lei nº 11.343/2006), não para legalizar os entorpecentes, mas para estabelecer critérios mais claros para determinar o que seria tráfico e, assim, reduzir o número de encarceramentos. Por fim, a assessoria de Lula, em nota enviada ao Aos Fatos, classificou a declaração como mentirosa.

FONTE ORIGEM

REPETIDA 22 VEZES. Em 2022: 14.set, 24.set, 25.set, 27.set, 28.set, 29.set, 13.out, 14.out, 15.out, 16.out, 21.out, 23.out, 25.out, 26.out, 27.out.

Tema: Ideologia. Origem: Outros

25.out.2022

“Quando nós votamos na Câmara o Auxílio Brasil, toda a bancada do PT votou contra.”

Não é verdade que os deputados do PT votaram contra a criação do Auxílio Brasil. A Medida Provisória 1.061/2021, que criou o benefício com o valor de R$ 400 mensais, foi aprovada em novembro do ano passado na Câmara dos Deputados por unanimidade.

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REPETIDA 14 VEZES. Em 2022: 28.ago, 08.set, 13.set, 23.set, 29.set, 14.out, 15.out, 16.out, 21.out, 25.out, 27.out, 28.out.

Tema: Congresso, Direitos e Assistência Social. Origem: Outros

23.out.2022

“Não queremos a liberação das drogas, como o PT quer. Como o Lula já falou que quer.”

Não há, na última versão disponível do programa de governo de Lula, qualquer menção à liberação de drogas. Na verdade, o documento diz que "O país precisa de uma nova política sobre drogas, intersetorial e focada na redução de riscos, na prevenção, tratamento e assistência ao usuário. O atual modelo bélico de combate ao tráfico será substituído por estratégias de enfrentamento e desarticulação das organizações criminosas, baseadas em conhecimento e informação, com o fortalecimento da investigação e da inteligência". Aos Fatos também não encontrou nenhuma declaração pública do ex-presidente que sugira a liberação de drogas como uma promessa de governo. Há registros na imprensa de que o petista estuda alterar a lei de drogas (lei nº 11.343/2006), não para legalizar os entorpecentes, mas para estabelecer critérios mais claros para determinar o que seria tráfico e, assim, reduzir o número de encarceramentos. Por fim, a assessoria de Lula, em nota enviada ao Aos Fatos, classificou a declaração como mentira.

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REPETIDA 22 VEZES. Em 2022: 14.set, 24.set, 25.set, 27.set, 28.set, 29.set, 13.out, 14.out, 15.out, 16.out, 21.out, 23.out, 25.out, 26.out, 27.out.

Tema: Ideologia. Origem: Entrevista

23.out.2022

“Aqueles que dizem que eu que eu tenho amizade com ele. Em setembro ele ajuizou uma ação de notícia crime contra mim no no Superior Tribunal Militar. Não tem qualquer amizade entre nós. Muito pelo contrário.”

É fato que, em setembro, Roberto Jefferson enviou uma notícia-crime à Justiça Militar em que acusa o presidente e o ministro da Defesa, Paulo Sérgio de Oliveira, de prevaricação por não obrigar o Senado a votar os pedidos de impeachment de Alexandre de Moraes e Luís Roberto Barroso. Porém, além do pedido protocolado pelo ex-deputado atender a uma pauta do bolsonarismo, a destituição de ministros do STF, há farta documentação na imprensa e nas redes sociais que comprovam que Jefferson é aliado de Bolsonaro. Assim, a declaração foi considerada falsa. Desde o fim de 2020, o PTB, partido de Jefferson, declarou apoio a Bolsonaro em diversas ocasiões e inclusive o convidou a se filiar para disputar as eleições. Em janeiro de 2022, o presidente afirmou em vídeo ter “uma longa história” com Jefferson e mandou um abraço ao ex-deputado. No evento de lançamento da candidatura do petebista à presidência, o deputado federal Daniel Silveira (PTB-RJ), candidato ao Senado pela sigla, afirmou que a participação do político na disputa era para que se pudesse falar “o que Bolsonaro não pode”. Após o veto da Justiça Eleitoral, o PTB lançou Kelmon Souza, que fez dobradinha com o presidente em debates no primeiro turno e, no segundo, pede voto em Bolsonaro.

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REPETIDA 3 VEZES. Em 2022: 23.out.

Tema: Outros. Origem: Entrevista

23.out.2022

“Promessa de [Lula para] controlar a mídia (...)”

Bolsonaro desinforma ao sugerir que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) planeja controlar a mídia. A proposta defendida pelo petista é a de regulação dos meios de comunicação, o que não tem relação com censura ou controle de conteúdo. Em entrevista ao Flow Podcast no dia 18 de outubro, Lula explicou que o objetivo seria adotar um modelo similar ao das legislações inglesa e alemã para estimular a pluralidade e as produções locais. "O que nós queremos é uma coisa plural, que todo mundo tenha direito a participar, que a oposição tenha direito de resposta, que as pessoas ofendidas tenham direito de resposta". A intenção, ressaltou ele na entrevista, não é que emissoras transmitam apenas o que interessa o governo. Em suas diretrizes de campanha publicadas no site do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), Lula caracteriza o direito de acesso à informação como "essencial numa sociedade democrática" e propõe que os marcos constitucionais sobre liberdade de expressão que ainda não foram regulamentados sejam amplamente discutidos no Legislativo como forma de garantir a pluralidade, a diversidade e a defesa da democratização do acesso aos meios. O ex-presidente também defende a liberdade de imprensa e o exercício jornalístico.

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REPETIDA 2 VEZES. Em 2022: 17.out, 23.out.

Tema: Imprensa. Origem: Entrevista

23.out.2022

“(...) [Existe uma promessa do Lula] de liberar drogas (...)”

Não há, na última versão disponível do programa de governo de Lula, qualquer menção à liberação de drogas. Na verdade, o documento diz que "o país precisa de uma nova política sobre drogas, intersetorial e focada na redução de riscos, na prevenção, tratamento e assistência ao usuário. O atual modelo bélico de combate ao tráfico será substituído por estratégias de enfrentamento e desarticulação das organizações criminosas, baseadas em conhecimento e informação, com o fortalecimento da investigação e da inteligência". Aos Fatos também não encontrou nenhuma declaração pública do ex-presidente que sugira a liberação de drogas como uma promessa de governo. Há registros na imprensa de que o petista estuda alterar a lei de drogas (lei nº 11.343/2006), não para legalizar os entorpecentes, mas para estabelecer critérios mais claros para determinar o que seria tráfico e, assim, reduzir o número de encarceramentos. Por fim, a assessoria de Lula, em nota enviada ao Aos Fatos, classificou a declaração como mentirosa.

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REPETIDA 22 VEZES. Em 2022: 14.set, 24.set, 25.set, 27.set, 28.set, 29.set, 13.out, 14.out, 15.out, 16.out, 21.out, 23.out, 25.out, 26.out, 27.out.

Tema: Ideologia. Origem: Entrevista

23.out.2022

“(...) [Existe uma promessa do Lula] de investir na ideologia de gênero (...)”

Bolsonaro frequentemente associa as políticas educacionais adotadas do PT com a "ideologia de gênero", termo usado desde o final dos anos 1990 para criticar discussões relacionadas a gênero e sexualidade. Segundo setores conservadores, essa suposta ideologia faria parte de um plano para minar os conceitos de heterossexualidade e família cristã. No Brasil, a teoria ganhou notoriedade à época do projeto Escola sem Homofobia, que tinha por objetivo promover a aceitação e a diversidade sexual entre adolescentes do ensino médio. Intensamente combatido por setores religiosos e conservadores, o projeto não foi adiante, mas a narrativa enganosa de que as gestões petistas incentivaram a sexualização precoce em crianças se perpetuaram, em especial no discurso do agora presidente Jair Bolsonaro. A teoria da "ideologia de gênero", no entanto, não existe, e não há quaisquer políticas públicas relacionadas a ela no Brasil.

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REPETIDA 47 VEZES. Em 2019: 01.jan. Em 2021: 21.out, 10.nov, 22.nov, 14.dez. Em 2022: 14.jan, 12.fev, 07.mar, 10.mar, 16.mar, 05.mai, 19.mai, 25.mai, 27.mai, 30.mai, 06.jun, 07.jun, 08.jun, 09.jun, 13.jun, 14.jun, 17.jun, 22.jun, 26.jun, 29.jun, 02.jul, 14.jul, 20.jul, 03.ago, 01.set, 03.set, 14.set, 29.set, 01.out, 07.out, 14.out, 20.out, 22.out, 23.out, 26.out.

Tema: Ideologia. Origem: Entrevista

23.out.2022

“E só foi posto em liberdade por um capricho de um amigo dele no Supremo Tribunal Federal.”

Bolsonaro se refere ao ministro do STF Edson Fachin e, ainda que ele tenha sido o relator do processo que julgava a anulação das condenações do ex-presidente Lula, a decisão coube ao plenário da corte — por isso, a alegação é falsa. Em abril de 2021, por 8 votos a 3, o plenário do STF entendeu que os processos não eram de competência da 13ª Vara Federal de Curitiba. Na ocasião, além de Fachin, votaram a favor de anular as condenações de Lula os ministros Ricardo Lewandowski, Gilmar Mendes, Rosa Weber, Alexandre de Moraes, Dias Toffoli, Cármen Lúcia e Luís Roberto Barroso. A fala de Bolsonaro ainda omite que, durante o julgamento de suspeição do ex-juiz Sergio Moro, Fachin votou contra Lula, mas foi vencido: por 7 votos a 4, o plenário do STF entendeu que o juiz foi parcial em suas decisões e anulou as acusações contra o ex-presidente. Após a morte do ministro Teori Zavascki, em janeiro de 2017, Fachin mudou da 1ª para a 2ª Turma do STF e foi sorteado como novo relator dos processos no STF relacionados à Operação Lava Jato, tendo dado decisões que confirmaram o posicionamento de Sergio Moro em diversas ocasiões. “No âmbito da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal, foram homologados 123 acordos de colaboração premiada, com arrecadação de mais de R$ 1,5 bilhão em multas e perdimentos”, mencionou Fachin, com dados referentes até novembro de 2021, em entrevista ao site JOTA em janeiro deste ano.

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REPETIDA 5 VEZES. Em 2022: 01.out, 14.out, 16.out, 23.out, 26.out.

Tema: Justiça. Origem: Entrevista

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