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20.mai.2021

“Querem falar sobre... não vou falar aqui para não cair a live. Aquele negócio que o pessoal usa para combater malária. E eu usei lá atrás, foi mais ou menos junho ou julho, tomei aquele negócio para combater malária e no dia seguinte tava bom.”

Por mais que propagandeie o uso da hidroxicloroquina como a cura para a Covid-19 e afirme ter tomado o medicamento por orientação médica ao contrair a doença, Bolsonaro não apresentou receituário que comprove sua declaração. Como não há como checá-la, ela foi classificada como INSUSTENTÁVEL. Aos Fatos chegou a requisitar o documento de prescrição por meio da Lei de Acesso à Informação, mas teve o pedido negado pela Secretaria de Comunicação, que alegou que "as informações individualizadas sobre o assunto dizem respeito à intimidade, vida privada, honra e imagem das pessoas".

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REPETIDA 95 VEZES. Em 2020: 28.out, 29.out, 11.nov, 12.nov, 16.nov, 26.nov, 29.nov, 02.dez, 14.dez, 15.dez, 19.dez, 31.dez. Em 2021: 07.jan, 15.jan, 04.fev, 11.fev, 23.fev, 04.mar, 08.mar, 10.mar, 11.mar, 18.mar, 19.mar, 25.mar, 07.abr, 15.abr, 16.abr, 22.abr, 23.abr, 28.abr, 05.mai, 06.mai, 13.mai, 14.mai, 20.mai, 27.mai, 03.jun, 09.jun, 11.jun, 18.jun, 21.jun, 24.jun, 19.jul, 22.jul, 27.jul, 29.jul, 31.jul, 02.ago, 05.ago, 17.ago, 23.ago, 27.ago, 28.ago, 30.ago, 05.set, 10.set, 16.set, 21.set, 23.set, 24.set, 27.set, 30.set, 05.out, 07.out, 21.out, 26.out, 27.out, 05.nov, 08.nov, 23.nov, 25.nov, 07.dez, 09.dez, 11.dez, 19.dez. Em 2022: 06.jan, 17.jan, 25.mai, 28.jun, 30.jun, 27.jul, 13.ago.

Tema: Coronavírus. Origem: Live

Em 1.459 dias como presidente, Bolsonaro deu 6.685 declarações falsas ou distorcidas

Esta base agrega todas as declarações de Bolsonaro feitas a partir do dia de sua posse como presidente. As checagens são feitas pela equipe do Aos Fatos semanalmente.

Atualizado em 30 de Dezembro, 2022


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12.mai.2019

“Nosso ministro Tarcísio [Freitas] já começou o asfaltamento da BR-163”

Por mais que o ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas, tenha dado continuidade às obras, a pavimentação da BR-163, rodovia que liga Mato Grosso ao Pará, começou em 2017, ainda na gestão do ex-presidente Michel Temer (MDB). A declaração de Bolsonaro é, portanto, FALSA. Em agosto de 2017, o governo de Temer assinou um termo de transferência de R$ 128,5 milhões para o Exército tocar a pavimentação de 100 km da rodovia. Até outubro de 2018, 92% dos 710 km da BR-163 já haviam sido asfaltados, de acordo com o DNIT (Departamento Nacional de Infraestrutura e Transportes). A maior parte do trecho que ainda falta recapear está sob responsabilidade do Exército. No início do ano,Tarcísio de Freitas disse que a conclusão do asfaltamento da BR-163 era uma das prioridades da pasta para 2019.

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REPETIDA 2 VEZES. Em 2019: 12.mai. Em 2020: 06.fev.

Tema: Infraestrutura. Origem: Entrevista

12.mai.2019

“[Falam que] eu tenho gerência sobre o preço da gasolina. Não é verdade.”

A declaração de Bolsonaro é FALSA por dois motivos: primeiro, ele tem gerência sobre os preços da Petrobras, se assim o quiser, pois a empresa é estatal, e segundo, o próprio presidente assumiu, em falas anteriores, que ele solicitou que a empresa suspendesse o aumento até que o "convencessem" da necessidade do reajuste. A Petrobras é uma empresa estatal que negocia ações na bolsa de valores. Como a União é sócia majoritária (com 50,3% das ações) e tem quatro das oito cadeiras no Conselho de Administração da estatal, o presidente da República pode ter muita influência sobre as decisões estratégicas da empresa. A presidente Dilma Rousseff, por exemplo, mantinha a política de preços da empresa alinhada com as metas de inflação do governo em detrimento ao preço do petróleo e derivados no mercado internacional. Vale lembrar que é Bolsonaro quem indica o presidente da Petrobras e seu nome tem que ser aprovado pelo Conselho de Administração. A Petrobras anunciou, em 11 de abril, um aumento do diesel em 5,7%. Em coletiva de imprensa em 12 de abril, Bolsonaro admitiu que ligou para o presidente da estatal e solicitou que a empresa suspendesse o aumento. Por conta da ingerência de Bolsonaro, as ações da Petrobras tiveram forte queda e a estatal perdeu em um dia R$ 32,4 bilhões em valor de mercado. Após reunião entre o presidente da Petrobras, Roberto Castello Branco, e a equipe econômica, a estatal anunciou, em 17 de abril, um reajuste do diesel de 4,8%, abaixo do anunciado anteriormente. Ao interferir no aumento do diesel previsto pela Petrobras em abril, Bolsonaro contrariou a promessa de campanha de que não faria ingerência nas estatais, como outros presidentes.

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Tema: Economia. Origem: Entrevista

10.mai.2019

“Todos [os ministros] tem 100% de liberdade para escolher os seus subordinados. ”

A declaração de Bolsonaro é IMPRECISA, porque o presidente barrou ao menos duas vezes a indicação de nomes escolhidos por seus ministros. Um deles foi a especialista em Segurança Pública Ilana Szabó, indicada em fevereiro pelo ministro Sergio Moro como suplente do Conselho Nacional de Política Criminal e Penintenciária e alvo de críticas dos apoiadores do governo nas redes sociais. Szabó foi apontada, à época, como contrária à política de afrouxamento das leis de armamento da população e de posicionamentos do governo com relação à política de drogas. Por pressão de Bolsonaro, Moro foi obrigado a desistir da nomeação. Outro caso similar ocorreu em março, quando o presidente impôs a demissão do diretor de Programas da Secretaria-Executiva do MEC (Ministério da Educação), Ricardo Wagner Roquetti. A ordem foi motivada por pressão da ala "olavista" do governo, que acusou o diretor de ser responsável pela crise causada pelo pedido do MEC para que crianças fossem filmadas em escolas cantando o hino nacional e repetindo o slogan de campanha de Bolsonaro.

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Tema: Equipe de governo. Origem: Discurso

10.mai.2019

“Ministro da Educação, Professor @AbrahamWeint, explica a diferença entre "corte" e "contingenciamento" e desmente as #fakenews sobre o orçamento das faculdades.”

Bolsonaro afirmou que há uma confusão com relação à redução de verbas para as universidades e que se trataria apenas de um contingenciamento de gastos. Essa declaração é CONTRADITÓRIA. Em entrevista coletiva em 6 de maio, o presidente disse a jornalistas que "na educação: não é contingenciamento essa última ação [de redução de orçamento nas universidades federais] do respectivo ministro [da Educação, Abraham Weintraub]. É realocação de recursos para outra área". Por meio de um decreto nº 9.741/2019 e da Portaria nº 144/2019 da Secretaria Especial da Fazenda, o governo limitou os gastos discricionários do Ministérios da Educação a R$ 16,2 bilhões, 31,4% a menos do que previsto na Lei Orçamentária Anual de 2019.

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REPETIDA 2 VEZES. Em 2019: 10.mai, 15.mai.

Tema: Economia, Educação. Origem: Twitter

10.mai.2019

“Em 2005, povo decidiu, sim, pelo direito a compra, posse, em alguns casos, porte de arma de fogo.”

Na declaração, Bolsonaro faz menção ao plebiscito realizado em outubro de 2005, previsto no texto do Estatuto do Desarmamento (lei nº 10.826/2013). Naquele ano, os eleitores foram questionados sobre o artigo 35 do estatuto, que proibia “a comercialização de arma de fogo e munição em todo o território nacional”, salvo exceções previstas em lei, como no caso de agentes de segurança. A proibição do comércio foi rejeitada por 63,94% dos votantes e, por isso, foi revogado o artigo do estatuto que tratava do tema. A declaração de Bolsonaro é FALSA porque, no referendo, não houve decisão a respeito de regras de posse e porte de armas, como ele afirma.

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Tema: Segurança. Origem: Discurso

08.mai.2019

“Até porque estamos cumprindo dessa forma uma manifestação popular efetivada em 2005, por ocasião do referendo. Nada mais fizemos do que aquilo que estava ao alcance do presidente, via decreto, e atendendo à população que foi às urnas decidindo pelo direito da legítima defesa.”

Bolsonaro refere-se ao plebiscito que ocorreu em outubro de 2005 e que estava previsto no próprio texto do Estatuto do Desarmamento (lei nº 10.826/2013). Naquele ano, os eleitores foram questionados sobre o artigo 35 do estatuto, que proibia “a comercialização de arma de fogo e munição em todo o território nacional”, salvo exceções previstas em lei, como agentes de segurança. A declaração de Bolsonaro, portanto, é FALSA. Ainda que as armas possam ser usadas em legítima defesa, a consulta não tratou diretamente desse tema. A proibição do comércio foi rejeitada por 63,94% dos votantes no plebiscito de 2005. Com esse resultado, foi revogado o artigo que vedava a venda de armas de fogo e munição. A ampliação do direito ao porte de armas ganhou mais apoio popular nos últimos 6 anos, mas 56% dos entrevistados em pesquisa do DataFolha de maio de 2019, ainda são contrários à essa medida.

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REPETIDA 4 VEZES. Em 2019: 01.jan, 08.mai, 18.jun. Em 2021: 13.fev.

Tema: Segurança. Origem: Entrevista

08.mai.2019

“[Com o decreto nº 9.785, que expande direito de porte de armas], estamos (...) fazendo valer a soberania popular manifestada no referendo de 2005.”

Bolsonaro refere-se ao plebiscito que ocorreu em outubro de 2005 e que estava previsto no texto do Estatuto do Desarmamento (lei nº 10.826/2013). Naquele ano, os eleitores foram questionados sobre o artigo 35 do estatuto, que proibia “a comercialização de arma de fogo e munição em todo o território nacional”, salvo exceções previstas em lei, como agentes de segurança. A declaração de Bolsonaro é FALSA porque, no referendo, não houve decisão a respeito de regras de porte de arma, ou seja, sobre autorização para transportar arma fora de casa, como prevê o decreto que ele assinou no início de maio. A proibição do comércio foi rejeitada por 63,94% dos votantes no plebiscito de 2005. Com esse resultado, foi revogado o artigo que vedava a venda de armas de fogo e munição. Ao assinar o decreto, Bolsonaro adicionou 15 categorias àquelas que possuem pressuposta a efetiva necessidade de portar armas. Segundo estimativa do Instituto Sou da Paz, o novo decreto permite que, pelo menos, 19,1 milhões de pessoas passem a ter porte de armas no Brasil. A ampliação do direito ao porte de armas ganhou mais apoio popular nos últimos 6 anos, mas 56% dos entrevistados em pesquisa do DataFolha de maio de 2019, ainda são contrários à essa medida.

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Tema: Segurança. Origem: Twitter

07.mai.2019

“Quando eu falo, o IBGE me critica: são muito mais do que 13 milhões de desempregados. A pesquisa não pega quem está há mais de um ano sem procurar emprego, não pega quem recebe o Bolsa Família também. Então eu calculo que tenha mais 25 milhões de desempregados.”

A declaração é FALSA. A Pnad Contínua (Pesquisa Nacional por Amostragem de Domicílios Contínua), realizada pelo IBGE, é o dado oficial sobre desemprego no Brasil. O IBGE segue recomendações metodológicas e conceituais de instâncias internacionais como a OIT (Organização Internacional do Trabalho) e a UNSC (Comissão de Estatísticas das Nações Unidas) e usa os mesmo padrões de cálculo do desemprego de outros países como EUA, França e México. De acordo com a nota técnica da PNAD, são consideradas ocupadas pessoas que trabalhavam na semana de referência da pesquisa, e desocupadas ou desempregadas as que procuraram trabalho nos 30 dias anteriores à semana de referência da pesquisa, não encontraram e estariam disponíveis para trabalhar na semana de referência. As pessoas que pararam de procurar emprego e estavam disponíveis para trabalhar são contabilizadas pela pesquisa como desalentadas, e esse número é divulgado pelo IBGE. Os beneficiários do Bolsa Família ou de qualquer outro benefício não são excluídos da pesquisa, e o fato de eles receberem o benefício não interfere na sua classificação como ocupado ou desocupado. De acordo com a PNAD, no 1º trimestre de 2019, havia 13,4 milhões de desempregados, 8,2 milhões de trabalhadores da força de trabalho potencial (desalentados ou pessoas que procuram emprego, mas não estavam disponíveis para trabalhar — como pessoas que sofreram algum acidente, por exemplo).

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Tema: Economia. Origem: Entrevista

07.mai.2019

“Uma pessoa tentou entrar na Câmara [dos Deputados] aqui, com seu documento. Ou seja, se ele da sua ação tem um álibi aqui em Brasília.”

A declaração de Bolsonaro é FALSA e repete um erro à respeito de uma situação esclarecida pela Polícia Legislativa da Câmara em 2018. Realmente foi registrado, no dia do atentado, duas entradas de Adélio Bispo na Câmara dos Deputados. Os registros, no entanto, teriam sido um erro do recepcionista, como foi explicado pelo diretor da Polícia Legislativa da Câmara, Paul Pierre Deeter. Segundo ele, ao consultar no sistema quando havia sido a entrada de Bispo na Câmara, o funcionário registrou, por engano, a presença dele novamente na Casa. Isso aconteceu cerca de quatro horas após o esfaqueamento, o que também enfraquece a hipótese de álibi forjado.

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REPETIDA 9 VEZES. Em 2019: 07.mai, 29.out. Em 2020: 19.dez. Em 2021: 27.set, 15.out. Em 2022: 05.jan, 06.jan, 10.jan, 30.jun.

Tema: Atentado, Congresso. Origem: Entrevista

07.mai.2019

“Em 2014, quando fui eleito o deputado mais votado do Rio de Janeiro, sem gastar.”

Bolsonaro realmente foi o deputado federal mais votado do Rio de Janeiro em 2014, com 6,1% dos votos válidos (464.572 votos). Não é verdade, no entanto, que não tenha gasto dinheiro durante a campanha: de acordo com dados da prestação de contas do TSE, Bolsonaro desembolsou R$ 405.181,47 durante a época do pleito em 2014. Isso torna a declaração IMPRECISA.

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Tema: Eleições, Família Bolsonaro. Origem: Entrevista

07.mai.2019

“Toda a política desarmamentista, que começou lá atrás, com o Fernando Henrique Cardoso, até hoje. O resultado foi a explosão do número de homicídios e mortos por arma de fogo.”

A declaração de Bolsonaro é FALSA por cinco motivos: 1) o desarmamento interrompeu a trajetória de alta no número de homicídios da década de 1990; 2) houve mudanças na lei do desarmamento ao longo dos anos, que flexibilizaram as regras de porte e posse; 3) houve enfraquecimento das ações de entrega voluntária de armas; 4) na última década, houve aumento no número de pessoas com armas de fogo; 5) estudos nacionais e internacionais apontam que mais armas em circulação tem efeito positivo no aumento de homicídios, violência não-letal e outros tipos de crime.

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Tema: Segurança. Origem: Entrevista

05.mai.2019

“Eu não gastei dinheiro em campanha.”

A declaração de Bolsonaro é FALSA. Segundo o extrato final da prestação de contas, sua campanha gastou R$ 2.456.215,93. Dos recursos captados, 86% vieram de campanhas de financiamento coletivo e doações de pessoas físicas e 14% de repasses do PSL e PRTB. Não houve repasse de dinheiro do próprio candidato para a campanha.

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REPETIDA 9 VEZES. Em 2019: 05.mai. Em 2020: 28.mai. Em 2021: 24.ago, 10.set, 20.out, 27.out. Em 2022: 18.jul.

Tema: Eleições. Origem: Entrevista

05.mai.2019

“No começo do ano, tinham oito mil pedidos de novos radares para o Brasil.”

A declaração de Bolsonaro é FALSA. O Ministério da Infraestrutura informou, por meio de nota, que existiam processos para a implantação de sensores de velocidade em rodovias sob a administração do Dnit poderia chegar a 8.015 faixas, não oito mil radares, como afirmou o presidente. Esse número de faixas monitoradas é referente tanto aos pedidos de instalação de novos radares, quanto às substituições em trechos que já eram monitorados.

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Tema: Infraestrutura. Origem: Entrevista

05.mai.2019

“Quem já está aposentado, [a reforma da previdência] não mexe em nada na vida dele.”

A PEC (Proposta de Emenda Constitucional) apresentada pelo governo propõe algumas mudanças no regime de Previdência de quem já é aposentado. Um dos pontos do projeto, por exemplo, permite que os aposentados que ainda trabalham mantenham o depósito mensal do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço), mas impede que eles recebam a multa de 40% sobre o valor do fundo em caso de demissão sem justa causa. Também não será mais possível acumular pensão e aposentadoria com valores integrais. De acordo com o projeto, o benefício de maior valor será pago integralmente e o outro ficará limitado a dois salários mínimos. Por isso, a declaração é IMPRECISA.

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Tema: Direitos e Assistência Social, Economia. Origem: Entrevista

05.mai.2019

“Tem 4 políticos nesse time de 22 [ministros].”

Bolsonaro tem, na verdade, cinco ministros que foram eleitos deputados: a ministra do Meio Ambiente, Tereza Cristina, é deputada federal pelo DEM, assim como Onyx Lorenzoni, ministro da Casa Civil, e Luiz Henrique Mandetta, do Ministério da Saúde; Osmar Terra, ministro da Cidadania, é deputado federal pelo MDB desde 2001; por fim, Marcelo Álvaro Antônio, ministro do Turismo, foi o deputado federal mais votado de Minas Gerais pelo PSL.

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Tema: Equipe de governo. Origem: Entrevista

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