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24.jun.2022

“E diferente do Bolsa Família, lá atrás com o Bolsa Família, quem fosse trabalhar perdia o Bolsa Família. Com o Auxílio Brasil pode trabalhar que não vai perder o Auxílio Brasil.”

É falso que beneficiários do Bolsa Família que entrassem para o mercado formal perdessem o direito ao auxílio. Segundo explica o próprio Ministério da Cidadania em sua página oficial, o principal critério para a participação no programa era a renda familiar, que não poderia exceder R$ 89 mensais por pessoa ou entre R$ 89 e R$ 178 em caso de famílias com crianças entre 0 e 17 anos. A família só perdia o direito ao benefício caso sua renda com o novo emprego formal excedesse o total estipulado pelo programa. Nesse caso, os beneficiários ainda eram incluídos na regra de permanência, em que recebiam o auxílio por mais dois anos caso seus rendimentos não ultrapassassem meio salário mínimo. No caso do Auxílio Brasil, têm direito os que recebem até R$ 210 por pessoa, independentemente de estarem integrados ou não ao mercado formal. Caso o beneficiário seja contratado com carteira assinada enquanto integra o programa, ele tem direito a um bônus de R$ 200 por dois anos.

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REPETIDA 16 VEZES. Em 2022: 19.mai, 05.jun, 24.jun, 28.jun, 13.ago, 28.ago, 13.set, 14.set, 29.set, 05.out, 07.out, 14.out, 15.out, 28.out.

Tema: Direitos e Assistência Social. Origem: Discurso

Em 1.459 dias como presidente, Bolsonaro deu 6.685 declarações falsas ou distorcidas

Esta base agrega todas as declarações de Bolsonaro feitas a partir do dia de sua posse como presidente. As checagens são feitas pela equipe do Aos Fatos semanalmente.

Atualizado em 30 de Dezembro, 2022


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19.jul.2019

“Não houve preocupação nos governos anteriores em ter ministro de Ciência e Tecnologia que entendessem do assunto, como nós temos o astronauta Marcos Pontes.”

A declaração de Bolsonaro é FALSA, porque, ainda que o cargo ministro de Ciência e Tecnologia tenha sido ocupado em alguns períodos por políticos de carreira, esta não foi sempre a regra. Desde a redemocratização, dos 22 nomes ocuparam o ministério ou a secretaria de Ciência e Tecnologia, 10 tinham carreira científica. No governo de Dilma Rousseff, 2 dos 5 nomes que ocuparam o ministério eram cientistas de carreira. Clélio Campolina Diniz foi ministro da área de março de 2014 a janeiro de 2015, e, além de não ter filiação partidária, era formado em engenharia e economia e foi reitor da UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais). Marco Antonio Raupp ocupou o ministério de janeiro de 2012 a março de 2014 e tinha ampla experiência acadêmica: formado em física pela UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul), doutor em matemática pela Universidade de Chicago, nos EUA, professor da UnB (Universidade de Brasília) e da USP (Universidade de São Paulo) e presidente da SBPC (Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência). No governo Lula, o engenheiro e físico Sérgio Rezende (2005-2010), doutor pelo MIT (Instituto Tecnológico de Massachusetts) e professor da UFPE (Universidade Federal de Pernambuco), também foi ministro. No governo de Fernando Henrique Cardoso e de Itamar Franco, o químico José Israel Vargas foi ministro de Ciência e Tecnologia de 1992 e 1999. Ele é doutor pela Universidade de Cambridge e dirigiu um grupo de pesquisas no centro de Estudos Nucleares de Grenoble, na França.

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Tema: Equipe de governo. Origem: Entrevista

19.jul.2019

“Em números proporcionais de países que têm uma agricultura punjante, estamos nos últimos lugares no tocante ao uso de agrotóxicos em nossa agricultura.”

Em números proporcionais à quantidade de terras cultivadas, o Brasil ocupa a 44ª posição dentre 160 países no que se refere ao uso de agrotóxicos, com 4,31 kg de pesticidas utilizados a cada hectare de plantação, de acordo com dados da FAO (Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura). Os números, no entanto, foram contestados pela pesquisadora do Departamento de Geografia da USP (Universidade de São Paulo) Larissa Bombardi, que, em entrevista ao Jornal Nacional, afirmou que a inclusão das pastagens no cálculo sobre área cultivada do país dilui o volume do uso de agrotóxicos. Observando os dados de quantidades totais de pesticidas utilizados da FAO, pode-se atestar que o país ocupa a 3ª posição no ranking mundial, atrás apenas da China e dos Estados Unidos, outras duas potências agrícolas. A afirmação de Bolsonaro é, portanto, IMPRECISA.

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REPETIDA 2 VEZES. Em 2019: 19.jul.

Tema: Economia, Meio ambiente. Origem: Entrevista

19.jul.2019

“O Brasil é o país que menos usa agrotóxicos.”

A declaração de Bolsonaro é FALSA. Existem várias metodologias que medem o consumo de agrotóxicos por um país. Independentemente do método escolhido, o Brasil aparece nas primeiras colocações na maioria deles. O país é campeão no ranking da Abrasco (Associação Brasileira de Saúde Coletiva), que mede a relação habitante por litro de agrotóxico. A métrica, no entanto, tem a limitação de não levar em conta o fato de parte da produção agrícola do país ser destinada à exportação. Já de acordo com dados coletados entre 1990 e 2016 pela FAO (Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura), que mede o uso médio de pesticidas por país em valores brutos (tonelada/ano), o Brasil é o terceiro maior consumidor de agrotóxicos do mundo (210 mil toneladas/ano). O país só perde para a China (1,3 milhão de toneladas/ano) e para os Estados Unidos (406 mil toneladas/ano).

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REPETIDA 2 VEZES. Em 2019: 19.jul.

Tema: Meio ambiente. Origem: Entrevista

19.jul.2019

“Eu sempre falei durante a campanha, se for feita uma boa reforma política, diminuindo o número de parlamentares federais, estaduais e municipais, entre outras eu abriria mão da reeleição.”

Em entrevista coletiva realizada em Fortaleza em 28 de junho de 2018, o então deputado federal Jair Bolsonaro afirmou que, caso fosse eleito, proporia ao Congresso o fim da reeleição para cargos do Executivo. Bolsonaro disse, ainda, que não seria problema aprovar o projeto, visto que ele próprio daria o "exemplo" não disputando novamente o pleito. Em matéria que apurou as opiniões dos presidenciáveis sobre o assunto, o Estadão destacou que Bolsonaro, em entrevista à revista americana Time, afirmou considerar a possibilidade de propor ao Congresso uma reforma política que limitasse a um mandato o período de um mesmo presidente, a começar por ele mesmo. As declarações não vieram acompanhadas de detalhes a respeito da diminuição de parlamentares na Câmara e no Senado ou de outras propostas de mudança no sistema. Isso torna a declaração do presidente CONTRADITÓRIA.

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REPETIDA 2 VEZES. Em 2019: 19.jul.

Tema: Eleições. Origem: Entrevista

19.jul.2019

“Nós temos 61% do território brasileiro de área preservada. Aí você bota aí dentro que são reservas indígenas, quilombolas, estação ecológicas, parques nacionais unidades de conservação, entre outras.”

Segundo dados do SFB (Serviço Florestal Brasileiro) de 2017, 57,6% do território nacional é coberto por vegetação nativa, distribuída pelos biomas Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica, Pampas e Pantanal, número menor do que o mencionado por Bolsonaro. De acordo com órgão ligado ao Ministério do Meio Ambiente, estão preservados 490,2 milhões de hectares do território nacional. Já um estudo de 2018 da Embrapa Territorial aponta um número maior do que o mencionado pelo presidente. Segundo os dados da Embrapa, a área total destinada à preservação, manutenção e proteção da vegetação nativa no Brasil ocupa 66,3% do território. Nesse número, estão os espaços preservados pelo segmento rural, as unidades de conservação integral, as terras indígenas e as terras devolutas. Elas somam 631 milhões de hectares. A fala, portanto, foi classificada como IMPRECISA.

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Tema: Meio ambiente. Origem: Entrevista

19.jul.2019

“A educação aqui no Brasil, nos últimos 30 anos, nunca esteve tão ruim. As provas do PISA bem demonstram isso daí.”

A declaração de Bolsonaro é INSUSTENTÁVEL, porque não é possível avaliar 30 anos da educação brasileira por meio do Pisa (Programa Internacional de Avaliação de Estudantes). A primeira avaliação do programa no Brasil ocorreu em 2000, e a mais recente em 2015. Criado pela OCDE (Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico), o programa avalia o desempenho de alunos nas áreas leitura, matemática e ciências. Apesar de as notas brasileiras terem subido de 396 para 407 em leitura, de 334 para 377 em matemática e de 375 para 401 em ciências entre 2000 e 2015, houve uma queda do Brasil no ranking motivada pela entrada de 29 países participantes ao longo das edições. O Brasil também segue entre os dez países com os piores resultados nas três áreas. Considerando os 70 países avaliados, ele ficou em 66º em matemática, 63º em leitura e 59º em ciências na última avaliação.

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REPETIDA 3 VEZES. Em 2019: 19.jul.

Tema: Educação. Origem: Entrevista

19.jul.2019

“Falar que se passa fome no Brasil é uma mentira. Passa-se mal, não come bem, aí eu concordo. Agora passar fome não. Você não vê gente pobre, com um físico esquelético pelas ruas como a gente vê em alguns outros países aí pelo mundo.”

A declaração do presidente é FALSA. Ainda que a fome tenha sido reduzida nas últimas duas décadas, dados do IBGE, do Ministério da Saúde e da FAO (Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura) apontam que ela não foi erradicada no país. Segundo o Sistema de Informações sobre Mortalidade do Ministério da Saúde, 5.653 pessoas morreram por desnutrição no Brasil em 2017, ano mais recente com dado disponível. Segundo o IBGE, 3,6% dos brasileiros (7,2 milhões de pessoas) viviam problema grave de insegurança alimentar em 2013, também dado mais recente disponível. De acordo com o relatório Situação da Segurança Alimentar e Nutricional no Mundo, da FAO, a parcela da população brasileira subalimentada no triênio 2016 e 2018 ficou abaixo de 2,5%, menor patamar possível na pesquisa. A organização, no entanto, não divulga o detalhamento de indicadores abaixo de 2,5%.

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REPETIDA 3 VEZES. Em 2019: 19.jul.

Tema: Saúde. Origem: Entrevista

19.jul.2019

“Quando eu falei, por ocasião, da reforma da Previdência, prezado Paulo Guedes, quando se fala em policial militar, eles não têm privilégio.”

Segundo as regras previdenciárias atuais, membros do Exército, da Aeronáutica, da Marinha, da Polícia Militar e dos bombeiros militares não possuem um regime de contribuição previdenciária: o valor descontado em folha de pagamento é usado para custear apenas pensões por morte. Ao passar para a reserva, depois de 30 anos de contribuição, o militar continua a receber o mesmo valor de seu último salário. Esse benefício, conhecido como integralidade, era concedido também aos servidores públicos, mas deixou de existir em 2003. Na proposta de Reforma da Previdência aprovada em primeiro turno pela Câmara dos Deputados, os militares passariam a contribuir por 35 anos, e não mais 30, mas seriam mantidos os benefícios de integralidade e paridade (referente ao recebimento dos mesmos reajustes da ativa). Policiais militares e bombeiros, no entanto, foram desvinculados das regras válidas para as Forças Armadas, de modo que podem continuar contribuindo por apenas 30 anos. Por terem regras mais brandas do que as outras categorias, a PM e os bombeiros são considerados privilegiados por outros setores, o que torna a afirmação FALSA.

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REPETIDA 3 VEZES. Em 2019: 04.jul, 09.jul, 19.jul.

Tema: Economia. Origem: Discurso

13.jul.2019

“Esse vídeo não vazou por acaso. Nele, nunca se viu tantas pessoas do mal, inimigas da democracia e liberdade, juntas. É O JOGO DO PODER. A vitimização do PT é uma das últimas cartas do Foro de São Paulo em Caracas/Venezuela (24 a 28/julho).”

O vídeo ao qual o presidente se refere é trecho do documentário "O Processo", de Maria Augusta Ramos, não fruto de vazamento de reunião do Foro de São Paulo. Nas imagens compartilhadas pelo presidente, o ex-ministro Gilberto Carvalho cita os erros recentes do PT: "Fica difícil você falar em comunicação com o povo, quando você não fala com o povo a não ser em momentos eleitorais ou pelo carisma do [ex-]presidente [Lula]", por exemplo. O documentário, que estreou no Festival de Berlim de 2018, narra os bastidores do processo de impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff. O Foro de São Paulo é uma organização que, desde os anos 1990, reúne anualmente os partidos e movimentos de esquerda da América Latina.

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Tema: Ideologia. Origem: Twitter

09.jul.2019

“Agora, privilégio essa classe [policial] nunca teve. ”

Bolsonaro se referia à aposentadoria de policiais ao afirmar que a classe não tinha privilégios. Tal argumento é recorrentemente repetido pelo presidente e é FALSO. De acordo com as regras previdenciárias atuais, membros do Exército, da Aeronáutica, da Marinha, da Polícia Militar e dos bombeiros militares não possuem um regime de contribuição previdenciária: o valor descontado em folha de pagamento é usado para custear apenas pensões por morte. Ao passar para a reserva, depois de 30 anos de contribuição, o militar continua a receber o mesmo valor de seu último salário. Na proposta de Reforma da Previdência aprovada em primeiro turno pela Câmara dos Deputados, os militares passariam a contribuir por 35 anos, e não mais 30, mas seriam mantidos os benefícios de integralidade e paridade (referente ao recebimento dos mesmos reajustes da ativa). Policiais militares e bombeiros, no entanto, foram desvinculados das regras válidas para as Forças Armadas, de modo que podem continuar contribuindo por apenas 30 anos. Por terem regras mais brandas do que as outras categorias, a PM e os bombeiros são considerados privilegiados por outros setores.

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REPETIDA 3 VEZES. Em 2019: 04.jul, 09.jul, 19.jul.

Tema: Economia. Origem: Entrevista

09.jul.2019

“Por conta do orçamento impositivo, o governo é obrigado a liberar anualmente recursos previstos no orçamento da União aos parlamentares e a aplicação destas emendas é indicada pelos mesmos. Estamos apenas cumprindo o que a lei determina e nada mais.”

Ao responder críticas de que a liberação de emendas parlamentares servia para garantir votos favoráveis à reforma da Previdência, Bolsonaro acerta ao dizer que o governo é obrigado por lei a repassar os recursos. O presidente omite, porém, que as verbas empenhadas em julho privilegiaram deputados de partidos de centro-direita e direita, que sinalizavam resistência à reforma, contrariando o que diz a LDO 2019 (Lei de Diretrizes Orçamentárias). Aprovada no fim do governo Michel Temer (MDB), a lei prevê que o repasse de emendas deve ser feito de "forma igualitária e impessoal", "independentemente da autoria" e não pode ser usado "para influir na apreciação de proposições legislativas em tramitação no Congresso Nacional". Dados sobre a liberação dos recursos sugerem que o governo Bolsonaro estaria descumprindo essas regras.

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Tema: Congresso. Origem: Twitter

06.jul.2019

“O Brasil é exemplo para o mundo na preservação ambiental.”

Não é possível falar que o Brasil é um exemplo quando o assunto é preservação ambiental, porque é apenas o 30º país que mais protege suas florestas, segundo o Banco Mundial, e o 69º no ranking de sustentabilidade Enviromental Perfomance Index.

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Tema: Meio ambiente. Origem: Twitter

04.jul.2019

“Trabalhando com nove, dez anos de idade na fazenda, eu não fui prejudicado em nada. Quando um moleque de nove, dez anos vai trabalhar em algum lugar, tá cheio de gente aí 'trabalho escravo, não sei o que, trabalho infantil'.”

Em entrevista concedida à revista Crescer em 2015, o capitão da reserva do Exército e irmão do presidente, Renato Antonio Bolsonaro, afirmou que ele e os irmãos nunca tiveram que trabalhar quando pequenos. Ao comentar sobre o relacionamento dos filhos com o pai, que lhes incutiu uma educação rigorosa, Renato disse que ele "(...) nunca deixou nenhum filho trabalhar, porque achava que filho tinha que estudar". Isso torna CONTRADITÓRIA a declaração feita pelo presidente.

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Tema: Direitos e Assistência Social, Família Bolsonaro. Origem: Live

04.jul.2019

“Hoje em dia, todos os países apoiam nossa entrada na OCDE. ”

Contatada por Aos Fatos, a OCDE afirmou que "as discussões sobre requisições de vários países para começar o processo de entrada na OCDE ainda estão em andamento. É o conselho de países membros da OCDE que toma decisões a respeito desses requerimentos, e ele ainda não anunciou nenhum tipo de decisão". Ainda de acordo com o órgão, as discussões são confidenciais; por isso, não é possível estimar quantos membros apoiam a entrada do Brasil na organização. Isso torna a declaração de Bolsonaro INSUSTENTÁVEL.

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Tema: Relações internacionais. Origem: Live

04.jul.2019

“Eu acho, acho não, a certeza que eu tenho é que, em sendo policial militar, é uma classe que nunca teve privilégio em momento nenhum.”

O presidente falava sobre a Reforma da Previdência quando mencionou a ausência de privilégios dos militares. No entanto, atualmente, os membros do Exército, da Aeronáutica, da Marinha, da Polícia Militar e dos bombeiros militares — não possuem um regime de contribuição previdenciária: o valor descontado do salário em folha de pagamento é usado apenas para custear pensões por morte, e não aposentadorias. Ao passar para a reserva, depois de 30 anos de contribuição, o militar continua a receber o mesmo valor de seu último salário. Esse benefício, conhecido como integralidade, era concedido também aos servidores públicos, mas deixou de existir em 2003. Na proposta original de Reforma da Previdência enviada à Câmara, os militares passariam a contribuir por 35 anos, e não mais 30, mas seriam mantidos os benefícios de integralidade e paridade (referente ao recebimento dos mesmos reajustes da ativa). Na proposta aprovada pela comissão, no entanto, os policiais e bombeiros acabaram sendo desvinculados das regras válidas para as Forças Armadas, de modo que podem continuar contribuindo por apenas 30 anos. Por terem regras mais brandas do que as outras categorias, a PM e os bombeiros são considerados privilegiados por outros setores, o que torna a afirmação FALSA.

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REPETIDA 3 VEZES. Em 2019: 04.jul, 09.jul, 19.jul.

Tema: Economia. Origem: Discurso

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