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16.mai.2022

“Eu não tive o poder de administrar a pandemia. O Supremo deu poder para governadores e prefeitos.”

Bolsonaro repete o argumento de que o STF (Supremo Tribunal Federal) teria limitado a sua atuação durante a pandemia de Covid-19, o que é FALSO, porque a corte não eximiu a Presidência da República de atuar contra a disseminação da doença. O STF decidiu, na verdade, que prefeitos e governadores têm legitimidade para tomar medidas locais de restrição de circulação e que não cabe ao Poder Executivo Federal derrubar essas iniciativas. Segundo os ministros, o governo federal pode, sim, adotar medidas para conter a pandemia em casos de abrangência nacional, como fez ao determinar o fechamento de fronteiras terrestres. Ainda de acordo com o STF, seria função da Presidência, por exemplo, coordenar as diretrizes de isolamento a serem seguidas em todo o país. Os estados, por sua vez, não teriam legitimidade para fechar rodovias, prejudicando o abastecimento nacional. Em um dos julgamentos, o ministro Edson Fachin destacou que a ausência de legislação por parte do governo federal também obriga que os estados atuem localmente: "A União exerce a sua prerrogativa sempre, desde que veicule uma norma que organize essa cooperação federativa. No silêncio da legislação federal, estados e municípios têm presunção de atuação. Na ausência de manifestação legislativa, não se pode tolher o exercício da competência dos demais entes federativos".

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REPETIDA 139 VEZES. Em 2020: 09.abr, 11.abr, 16.abr, 18.abr, 29.abr, 30.abr, 02.mai, 07.mai, 14.mai, 19.mai, 20.mai, 21.mai, 22.mai, 26.mai, 28.mai, 02.jun, 03.jun, 04.jun, 08.jun, 09.jun, 11.jun, 15.jun, 18.jun, 19.jun, 25.jun, 07.jul, 09.jul, 16.jul, 18.jul, 06.ago, 13.ago, 24.ago, 25.ago, 03.set, 16.set, 22.set, 24.set, 09.out, 19.out, 09.nov, 10.dez, 19.dez, 24.dez, 31.dez. Em 2021: 07.jan, 14.jan, 15.jan, 21.jan, 04.fev, 02.mar, 03.mar, 04.mar, 10.mar, 21.jul, 22.jul, 28.jul, 29.jul, 02.ago, 04.ago, 05.set, 15.set, 27.set, 09.out, 14.out, 31.out, 23.nov, 25.nov, 26.nov, 02.dez, 07.dez, 08.dez, 11.dez, 19.dez. Em 2022: 12.jan, 14.jan, 31.jan, 02.fev, 08.fev, 09.fev, 11.fev, 25.fev, 17.mar, 21.mar, 12.abr, 28.abr, 13.mai, 16.mai, 19.mai, 29.jun, 05.jul, 20.jul, 24.jul, 30.jul, 08.ago, 03.set.

Tema: Coronavírus, Justiça. Origem: Discurso

Em 1.407 dias como presidente, Bolsonaro deu 6.673 declarações falsas ou distorcidas

Esta base agrega todas as declarações de Bolsonaro feitas a partir do dia de sua posse como presidente. As checagens são feitas pela equipe do Aos Fatos semanalmente.

Atualizado em 08 de Novembro, 2022


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27.jan.2020

“Estamos nos aproximando de todos os países sem o tradicional viés ideológico adotado nos últimos 30 anos pelo Brasil.”

A declaração do presidente é IMPRECISA. Apesar de ter mantido a aproximação com a China e ampliado acordos com o país comunista, o governo Bolsonaro rompeu uma tradição de 27 anos ao deixar de condenar o embargo econômico dos EUA a Cuba. Além disso, o presidente mostrou atitudes diferentes em situações de discordâncias com países. Quando o presidente norte-americano Donald Trump, alinhado ao governo Bolsonaro, anunciou que aumentaria o imposto para importação do minério de ferro brasileiro acusando o país de manipular o câmbio, em dezembro de 2019, Bolsonaro defendeu o diálogo e afirmou, na época, que telefonaria para Trump. Já nos embates com a União Europeia, na esteira da crise das queimadas da Amazônia, e com a Argentina, devido à eleição de Alberto Fernández, Bolsonaro adotou um tom mais duro, ameaçou fazer mudanças nas relações comerciais, mas nenhuma sanção ou rearranjo foi concretizado. Com relação à China, o presidente superou as críticas ao país, principal parceiro comercial do Brasil e firmou uma série de acordos nas áreas de inovação, agricultura e transporte.

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REPETIDA 3 VEZES. Em 2020: 27.jan, 03.fev, 06.fev.

Tema: Ideologia, Relações internacionais. Origem: Discurso

27.jan.2020

“[Nós ganhamos] fazendo uma campanha (...) sem televisão.”

A declaração do presidente é FALSA. No primeiro turno das eleições presidenciais, Bolsonaro teve direito a oito segundos do tempo de propaganda em cadeia nacional de rádio e na TV; no segundo turno, teve dez minutos. Pela legislação eleitoral, todos os candidatos têm direito a tempo para propaganda no horário eleitoral, mas dois fatores aumentam esse tempo: o tamanho da bancada eleita para a Câmara dos Deputados na eleição anterior e a coligação com outros partidos. No primeiro turno Bolsonaro teve direito a um tempo reduzido porque o seu partido (PSL) tinha apenas um deputado federal eleito em 2014 e fez coligação somente com uma legenda. No segundo turno, no entanto, o tempo de propaganda em rádio e TV é dividido igualmente entre os candidatos. Assim, tanto Bolsonaro como o petista Fernando Haddad tiveram dez minutos de propaganda eleitoral.

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REPETIDA 8 VEZES. Em 2019: 22.jan. Em 2020: 27.jan, 09.nov. Em 2021: 28.ago, 10.set, 27.set, 14.out. Em 2022: 20.out.

Tema: Eleições. Origem: Discurso

23.jan.2020

“Se for criado [o Ministério da Segurança], daí ele [Sergio Moro] fica na Justiça. O que era inicialmente. Tanto é que, quando ele foi convidado, não existia ainda essa modulação de fundir com o Ministério da Segurança"”

A informação é FALSA, porque quando Sergio Moro foi convidado para ser ministro da Justiça já havia a idéia de fundir a pasta com o Ministério da Segurança Pública, criado na gestão do ex-presidente Michel Temer. Em nota divulgada no dia 1º de novembro de 2018, quando aceitou assumir o cargo, Moro disse: “Fui convidado pelo Sr. presidente eleito para ser nomeado ministro da Justiça e da Segurança Pública na próxima gestão”. No mesmo dia, em entrevista coletiva, Bolsonaro afirmou: “A questão da segurança ir para a Justiça, nós já tínhamos decidido, bem como as nomeações. Ele tem ampla liberdade pra realmente exercer o teu trabalho lá. Da minha parte, sempre fui favorável a isso. Dei o sinal verde e ele, via nota, aceitou o convite”.

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Tema: Equipe de governo, Justiça. Origem: Entrevista

23.jan.2020

“Para a praia, é R$ 200 [em Fernando de Noronha].”

O presidente se refere ao valor do ingresso no Parque Nacional Marinho de Fernando de Noronha, administrado por uma empresa privada em parceria com o ICMBio. Os valores, na verdade, são de R$ 111 para brasileiros e R$ 222 para estrangeiros. Por isso, a afirmação de Bolsonaro é IMPRECISA.

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Tema: Turismo. Origem: Entrevista

23.jan.2020

“- As provas do PISA (somos os piores do mundo) mostram o quanto a Educação foi abandonada nas últimas decadas.”

Não é verdade que o Brasil ocupe a última colocação no ranking do Pisa (Programa Internacional de Avaliação de Estudantes). No exame mais recente, de 2018, do qual participaram 79 países, o Brasil obteve a 58ª-60ª posição em Leitura (considerando a margem de erro da média de pontos), a 72ª-74ª colocação em Matemática e a 66ª-68ª posição em Ciências. A informação, portanto, é FALSA.

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REPETIDA 39 VEZES. Em 2020: 23.jan, 03.fev, 05.fev, 06.fev, 13.fev, 09.mar, 24.abr, 20.mai, 22.mai, 23.mai, 07.jul, 14.ago, 13.nov, 16.nov. Em 2021: 06.jan, 28.jul, 01.out, 11.out, 15.out, 25.out, 27.out, 09.nov, 10.nov, 22.nov, 23.nov. Em 2022: 12.jan, 11.fev, 16.mar, 31.mar, 02.jun, 18.jun, 20.jun, 28.jun, 20.jul, 01.set, 13.set, 26.out.

Tema: Educação. Origem: Twitter

18.jan.2020

“Nenhuma denúncia de corrupção se abateu sobre os nossos ministros, os nossos presidentes de estatais.”

A informação é FALSA, porque ao menos dois ministros, além de um órgão público, tiveram seus nomes envolvidos em denúncias de corrupção em 2019. Em outubro, o ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio (PSL), foi denunciado pelo Ministério Público de Minas Gerais por envolvimento em um suposto esquema de candidaturas laranjas do PSL em 2018. Segundo a denúncia, Álvaro Antônio teria criado candidaturas para enviar verbas públicas de campanhas a empresas ligadas ao seu gabinete. Além de presidir o diretório estadual do PSL no estado à época das eleições de 2018, o atual ministro foi o deputado federal mais votado de Minas Gerais. Ricardo Salles, ministro do Meio Ambiente, é investigado pelo Ministério Público de São Paulo por enriquecimento ilícito: entre 2012 e 2018, o seu patrimônio saltou de R$ 1,4 milhão para R$ 8,8 milhões. Durante esse período o ministro ocupou cargos no governo de Geraldo Alckmin (PSDB), primeiro como secretário particular, depois como secretário de Meio Ambiente. O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transporte também tem sido alvo de investigação. Em agosto de 2019, uma operação conjunta entre a CGU (Controladoria-Geral da União) e a Polícia Federal debelou um esquema de fraude em licitações e contratos do órgão em Minas Gerais. O caso envolve suspeitas de superfaturamento, propinas, serviços de baixa qualidade e obras que não foram concluídas. As empresas investigadas firmaram contratos entre 2014 e 2019 com o Dnit-MG num montante de R$ 457 milhões.

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REPETIDA 2 VEZES. Em 2020: 10.jan, 18.jan.

Tema: Corrupção. Origem: Discurso

16.jan.2020

“Datafolha: eu perderia para todo mundo no segundo turno.”

Pesquisa divulgada pelo Datafolha em 28 de setembro de 2018 de fato mostrava que o então deputado Jair Bolsonaro perderia em todos os cenários de segundo turno nas eleições presidenciais. No entanto, a declaração foi classificada como IMPRECISA, porque a pesquisa eleitoral registra as intenções do eleitor em um determinado momento, e o Datafolha fez outros levantamentos nas semanas seguintes que indicavam a vitória de Bolsonaro nas eleições. O instituto mostrou que as intenções de voto nele cresciam e que ele seria o provável primeiro colocado no primeiro turno e, depois, o candidato vencedor das eleições. Em pesquisa publicada na véspera do primeiro turno, o instituto disse que Bolsonaro tinha 40% das intenções de votos válidos, contra 25% de Haddad. O resultado nas urnas foi próximo a esse: Bolsonaro teve 46% dos votos, contra 29% de Haddad. Já na véspera do segundo turno, o Datafolha publicou que Bolsonaro ganharia a eleição com 55% dos votos válidos, contra 45% de Haddad, o que de fato aconteceu.

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REPETIDA 16 VEZES. Em 2019: 02.set, 11.out, 09.dez, 10.dez. Em 2020: 16.jan. Em 2021: 30.jan, 10.jun, 25.jun, 12.jul, 17.ago, 23.set, 25.nov. Em 2022: 31.jan, 15.jun, 13.ago.

Tema: Eleições. Origem: Entrevista

16.jan.2020

“Quando vocês falaram que ela [Wal do açaí] estava trabalhando no açaí ela estava de férias, conforme boletim administrativo da Câmara. ”

Bolsonaro repete uma narrativa FALSA usada por ele durante a campanha eleitoral para desmentir uma denúncia feita pela Folha de S.Paulo, que encontrou uma de suas funcionárias de gabinete, Walderice dos Santos, vendendo açaí em Angra dos Reis. Segundo o presidente, ela estaria de férias quando a reportagem a abordou e, portanto, não haveria nenhuma infração. De fato, na primeira vez que a Folha de S.Paulo encontrou Walderice em Angra, ela estava de férias, conforme consta no boletim administrativo da Câmara dos Deputados. Bolsonaro, no entanto, omite que o jornal encontrou a funcionária vendendo açaí em agosto, quando ela já teria que ter voltado das férias, e que a própria Walderice afirmou ser uma funcionária fantasma que trabalhava na loja de açaí todas as tardes.

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REPETIDA 13 VEZES. Em 2019: 03.fev, 31.out. Em 2020: 16.jan, 16.mar, 05.nov, 09.nov, 11.nov, 13.nov. Em 2021: 22.out. Em 2022: 13.ago, 06.set, 08.set.

Tema: Corrupção, Imprensa. Origem: Entrevista

16.jan.2020

“No ano passado nós pagamos pouco mais de R$ 1 bilhão por dia de juros e amortização de dívida.”

De acordo com dados do Siga Brasil (sistema de informações sobre orçamento público federal), foram gastos no ano passado R$ 777,2 bilhões (752,5 bilhões, sem correção inflacionária) em amortização da dívida pública e R$ 293 bilhões (285,1 bilhões, sem correção inflacionária) em juros. Isso significa que, por dia, o governo federal despendeu R$ 2,93 bilhões (2,84 bilhões, sem correção inflacionária), o que torna a declaração de Bolsonaro FALSA.

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Tema: Economia. Origem: Live

16.jan.2020

“Nós nunca censuramos nada”

Bolsonaro diz que seu governo nunca censurou, mas suas ações durante o ano de 2019 contra a comunidade LGBTQ e a imprensa mostram que a declaração é FALSA. Em maio de 2019, por exemplo, o presidente vetou um comercial do Banco do Brasil que abordava a diversidade racial e sexual e demitiu o diretor de comunicação e marketing responsável pela peça, Delano Valentim. Para Bolsonaro, a decisão não foi uma censura propriamente dita, mas um "respeito com a população brasileira". Em agosto, o presidente voltou a censurar produções que abordavam conteúdos LGBTQ. Durante uma transmissão ao vivo em sua conta no Facebook, ao falar sobre filmes que buscavam captar recursos pela Lei do Audiovisual, Bolsonaro disse que "garimpou" as produções que envolviam esse tema. Por fim, no final de novembro, o presidente excluiu a Folha de S.Paulo de uma licitação que definiria as assinaturas de jornais e revistas do governo federal e sugeriu boicote aos anunciantes do jornal. Depois da repercussão negativa, ele recuou e revogou o processo de compra.

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Tema: Ideologia. Origem: Live

16.jan.2020

“Inclusive, certa vez o Lula falou: "Na Venezuela pode faltar tudo, menos democracia".”

A informação foi classificada como FALSA, porque Aos Fatos não encontrou registros de que o ex-presidente Lula tenha dito que "Na Venezuela pode faltar tudo, menos democracia". Na verdade, em 2004, quando a Venezuela era governada por Hugo Chávez, o petista disse: "Podem criticar o Chávez por qualquer outra coisa. Inventem uma coisa para criticar o Chávez. Agora, por falta de democracia na Venezuela não é".

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REPETIDA 10 VEZES. Em 2019: 02.jan. Em 2020: 16.jan. Em 2021: 02.set, 30.set, 21.out, 26.out, 25.nov, 02.dez. Em 2022: 12.jan, 16.out.

Tema: Ideologia, Relações internacionais. Origem: Live

16.jan.2020

“São aproximadamente 70 países que fazem a prova do Pisa.”

Na verdade, são 79 países que participam do Pisa. A declaração, portanto, é IMPRECISA.

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Tema: Educação. Origem: Live

16.jan.2020

“Conseguimos escolher os 22 ministros sem interferência política.”

A declaração é FALSA, porque a montagem da equipe ministerial seguiu critérios políticos. Ao preterir as lideranças partidárias nas indicações, o presidente ampliou a influência de outros grupos de interesse, como as bancadas que representam ruralistas e evangélicos e os militares. Um exemplo foi a nomeação de Tereza Cristina (DEM) para a pasta da Agricultura. Engenheira agrônoma, ela se cacifou junto ao presidente para o cargo ainda nas eleições, quando a Frente Parlamentar para a Agricultura, da qual era a chefe, manifestou apoio a Bolsonaro. A bancada ruralista também pressionou pela indicação de Ricardo Salles para o Ministério do Meio Ambiente, que teve apoio de entidades ligadas ao setor, além do ramo da construção civil. A bancada evangélica emplacou não só Damares Alves, que é pastora, no Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, como conseguiu barrar a indicação do educador Mozart Neves Ramos para o Ministério da Educação — Ricardo Vélez, mais simpático às bandeiras evangélicas, foi o nome escolhido.

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REPETIDA 72 VEZES. Em 2019: 01.jan, 02.jan, 22.jan, 07.mar, 23.mar, 02.abr, 05.mai, 11.jun, 30.jun, 01.ago, 25.out, 30.out, 27.nov, 02.dez. Em 2020: 01.jan, 03.jan, 04.jan, 16.jan, 10.mar, 05.abr, 08.jul, 29.ago, 24.set, 08.out, 15.out, 16.out, 22.out, 06.nov, 29.nov, 15.dez. Em 2021: 07.abr, 26.abr, 14.mai, 12.jun, 01.jul, 20.jul, 21.jul, 29.jul, 31.jul, 14.ago, 02.set, 05.set, 14.out, 27.out. Em 2022: 06.jan, 14.jan, 11.fev, 16.mar, 18.mar, 13.abr, 25.abr, 26.abr, 12.mai, 25.jul, 26.jul, 30.jul, 14.ago, 19.ago, 22.ago, 23.ago, 28.ago, 13.set, 29.set, 04.out, 14.out, 20.out, 27.out.

Tema: Equipe de governo. Origem: Discurso

16.jan.2020

“Há pouco a imprensa falou barbaridades sobre a possível taxação do aço e do alumínio. Resolveu-se o problema. Nenhuma linha, por parte deles, sobre esse feito.”

O presidente se refere à decisão dos Estados Unidos do início de dezembro de sobretaxar o aço e o alumínio No dia 20 do mesmo mês, Bolsonaro anunciou que sua equipe teria conseguido convencer os americanos a desistirem da medida. Segundo a Reuters, uma fonte ligada ao governo americano teria confirmado a informação. Diferentemente do que afirma o presidente, no entanto, essa mudança foi noticiada pela imprensa. Veículos como Veja, IstoÉ, UOL, BBC, Poder360 e o jornal O Globo publicaram matérias sobre o assunto. A revista Veja, por exemplo, intitulou a notícia como "Bolsonaro anuncia que EUA desistiram de taxa sobre aço e alumínio".

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Tema: Imprensa. Origem: Discurso

15.jan.2020

“A gente vai brevemente criar um novo partido, que não vai ter fundão nem esse ano nem em 2022.”

Mais uma vez, Bolsonaro dá uma informação FALSA sobre a distribuição do Fundo Especial de Financiamento de Campanha, conhecido como Fundo Eleitoral ou Fundão. Atualmente, 98% dos recursos do fundo são distribuídos entre as legendas de forma proporcional ao número de deputados e senadores de cada uma eleitos na última eleição. Isso faz com que partidos novos não tenham direito a uma parcela maior da verba. No entanto, 2% dos recursos são divididos igualmente entre os partidos com estatutos registrados no TSE (Tribunal Superior Eleitoral). Caso Bolsonaro consiga registrar o Aliança pelo Brasil a tempo de disputar as eleições de 2020, sua sigla terá direito a esse pequeno montante do Fundo Eleitoral.

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REPETIDA 7 VEZES. Em 2019: 11.dez. Em 2020: 02.jan, 03.jan, 04.jan, 09.jan, 15.jan.

Tema: Eleições. Origem: Entrevista

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