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Vinculações constitucionais financiam mais de 70% da saúde e da educação

Por Bárbara Libório, Tai Nalon e Sérgio Spagnuolo

25 de maio de 2016, 18h11

O governo interino de Michel Temer deverá enviar, nas próximas semanas, uma PEC (proposta de emenda constitucional) que vai mudar a vinculação de despesas como saúde e educação à receita líquida do governo. Em vez disso, elas deverão ter um percentual definido em relação a um teto fixo. Dessa forma, não poderão crescer mais que a inflação. Isso deverá alterar completamente como o governo financia os setores.

Veja, em nossa sequência de gráficos, como funcionam os repasses orçamentários para os ministérios da Saúde e da Educação desde 2011.

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