Vacinas causam autismo? Não! Fátima explica

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Fátima segura frasco de vacina e seringa. Ao fundo, há peças de quebra-cabeça com as cores vermelho, azul e amarelo, identidade visual das campanhas de conscientização sobre o autismo. Texto: ‘A mentira de que vacinas causam autismo corre por aí há décadas. Ela nasceu em 1998, quando um grupo de médicos americanos publicou um artigo dizendo que 12 crianças teriam desenvolvido autismo após serem vacinadas contra o sarampo.’
Andrew Wakefield, médico que é o autor principal do estudo, em preto e branco ao lado de pessoas segurando o cartaz “Vacinas, quanto mais você conhece, mais você NÃO”. Texto: ‘O estudo foi desmentido e seu principal autor teve a licença de médico cassada. Mesmo assim, o boato continua a circular nas redes.’
Mão da Fátima projeta a tela do TikTok. Nela, um homem com rosto censurado fala. Balão do desinformador: ‘Não vacinem seus filhos contra a dengue!’ Balão da Fátima: ‘E o pior: essas mentiras voltam a ganhar força sempre que uma nova campanha de vacinação começa.’
Zoom na tela do TikTok do quadro anterior. Desinformador com rosto censurado mostra um gráfico em que as linhas de vacinação e número de diagnósticos de autismo sobem juntas com o passar do tempo. Balão da Fátima: ‘O argumento atual dos desinformadores é que o número de diagnósticos de autismo teria aumentado depois da vacinação em massa. Isso, no entanto, não prova nada.’
Fátima aparece irritada diante da tela do TikTok do quadro anterior, que agora está em preto e branco. Balão da Fátima: ‘Diversos estudos já atestaram que não há nenhuma correlação entre qualquer vacina e o Transtorno do Espectro Autista’.
Mulher e criança estão sentados diante de uma mesa. O menino, com expressão tranquila, manuseia placas que mostram as vogais, enquanto a mulher o observa. Ao fundo, pregado à parede, há um mapa-múndi. Balão da Fátima: ‘Estudos apontam que o TEA pode estar relacionado a fatores genéticos e ambientais, como complicações no parto e pais com idade avançada.’
Fátima mostra tela com os dizeres ‘Quer saber mais sobre autismo?’. Abaixo do título, há logos de associações como a AMA, a ABRAAC e a Autismo e Realidade, organizações de apoio e conscientização sobre o TEA. Balão da Fátima: ‘O maior número de diagnósticos nos últimos anos se dá principalmente pelo fato de que hoje em dia há muito mais conhecimento sobre o autismo e, consequentemente, sobre o que é ser autista’.
Mãe segura filho, que recebe no braço vacina aplicada por enfermeira. Uma lágrima escorre dos olhos da criança. Ao fundo, há peças de quebra-cabeça com as cores da identidade visual das campanhas de conscientização sobre o autismo. Balão da Fátima: ‘Então, como eu não canso de repetir: as vacinas são seguras. Vacinar crianças é fundamental para evitar que seus filhos adoeçam e também para impedir a volta de doenças já erradicadas no Brasil.’

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