Como os Estados votaram na reforma trabalhista — e o impacto das bancadas

Compartilhe

Adicione o Aos Fatos às suas fontes do Google

fonte preferencial

A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (27) o projeto de lei que estipula novas regras para as relações trabalhistas no Brasil. Foram 296 favoráveis e 177 contrários — uma aprovação de 62,6% no plenário.

O recorte geográfico das bancadas na Câmara, entretanto, revela nuances. Há focos de resistência à proposta em três Estados do Nordeste: Ceará, Alagoas e Sergipe. O Rio Grande do Sul também se mostrou majoritariamente contrário ao projeto. Desses 4 Estados, 3 são governados pelo PMDB — sigla do presidente Michel Temer e principal fiador das mudanças no Congresso. São eles AL (Renan Filho), SE (Jackson Barreto) e RS (José Ivo Sartori).

Outras duas unidades da federação em que a votação foi apertada foram o Distrito Federal e o Espírito Santo, onde houve número igual de votos favoráveis e contrários à reforma. São, entretanto, duas das menores bancadas da Câmara, junto com Estados contrários à reforma, como Sergipe e Alagoas.

No Senado, onde o projeto será analisado agora, o tamanho das bancadas por unidade da federação é igual. Com ascendência sobre congressistas nordestinos, o ex-presidente do Senado e líder do partido na Casa, Renan Calheiros (AL), tem demonstrado contrariedade às propostas da maneira que foram aprovadas na Câmara.

Para ser aprovado no Senado, o projeto precisa conseguir maioria simples dos votos favoráveis.

Compartilhe

Adicione o Aos Fatos às suas fontes do Google

fonte preferencial

Leia também

falsoVídeo não mostra queima de fogos após fim do mandato de Petro na Colômbia

Vídeo não mostra queima de fogos após fim do mandato de Petro na Colômbia

falsoNúmero maior de eleitores do que de habitantes em cidades da Bahia não indica fraude

Número maior de eleitores do que de habitantes em cidades da Bahia não indica fraude

falsoElectrolux não anunciou fechamento de fábrica nem demissão em massa no Brasil

Electrolux não anunciou fechamento de fábrica nem demissão em massa no Brasil

fátima
Fátima