A CDJor (Coalizão em Defesa do Jornalismo), da qual a Ajor (Associação de Jornalismo Digital) é integrante, manifestou repúdio ao uso da estrutura da Abin (Agência Brasileira de Inteligência) para monitorar jornalistas, veículos de imprensa — incluindo o Aos Fatos — e organizações da sociedade civil. A prática, segundo inquérito da Polícia Federal, teria ocorrido durante o governo de Jair Bolsonaro (PL).
Na nota, a coalizão classificou como “gravíssima” a instrumentalização de um órgão de inteligência do Estado com finalidade política e de intimidação à imprensa:
“A extensão das ações de vigilância ainda não está completamente esclarecida. É essencial que todas as informações sobre os monitoramentos venham à tona e que os autores sejam responsabilizados de forma célere, transparente e independente.” — CDJor, em nota no dia 1º.jul.2025.
A CDJor afirmou ainda que continuará acompanhando de perto a situação e que defende a adoção de medidas concretas que assegurem o respeito ao livre exercício da imprensa no Brasil.




